segunda-feira, 29 de junho de 2009

Extra, Extra!!!!

Gente, o meu sapatinho saiu na revista "Manequim Noivas" de outono!!!!!

Vejam só! Tô ficando xique, hein????

quinta-feira, 25 de junho de 2009

To have or not to have "noivinhos"?

Eis a questão! No começo, queríamos os noivinhos de biscuit para colocar no topo do bolo. Pensamos em personalizá-los com uma bike, 2ª paixão do No, porque a 1ª sou eu, claro. Com o passar do tempo, já não tinha mais certeza se realmente queria os noivinhos.

Quanto mais procurava, mais desestimulada eu ficava com o que via. Vi cada carinha de noivinho bizarra por aí. Tinha um casalzinho que mais parecia a Família Adams. Outros tinham cara de bolacha. Tinha também uns que eram uma caricatura do casal, aí ficava aquela carona enorme.

Morria de medo de encomendar os noivinhos e depois não gostar da carinha deles. Já estava quase batendo o martelo pelo NÃO. Ia colocar um arranjo de flores no topo do bolo mesmo e ponto.

Sem querer, navegando num outro blog de casamento, encontrei a Belle Bellica (www.flickr.com/photos/bellebellica), que faz estes noivinhos fofuchos em madeira.

Amei! Na hora, decidi: só se forem esses! A blogueira já avisava que era preciso encomendar com muita antecedência porque os pedidos eram muitos. Pensei: sem problemas, temos tempo, ainda faltam 5 meses para o casamento.


Mais que depressa, mandei um e-mail para reservar a data, mas ela logo respondeu dizendo que não tinha mais como aceitar encomendas. Puxa, fiquei tão triste! Sem muitas esperanças, resolvi mandar um último e-mail pedindo para ela entrar em contato caso alguém desistisse porque gostaria muito que ela fizesse nossos noivinhos.

Umas 2 semanas depois, ela escreveu, dizendo que tinha aquele fim-de-semana livre e que poderia fazer nossos noivinhos, se eu tivesse em mãos fotos nossas, do vestido, do buquê e informações sobre o terno do noivo. Fiquei tão feliz. Corri e liguei para o No para saber o que ele achava. Ele disse que confiava em mim e que era para eu decidir. Minha mãe, a Day e o Márcio também tinham aprovado.

Negócio fechado. Deu tudo certo. Eles chegaram hoje aqui em Brasília. Ficaram tão lindinhos!!!!!!!!!!!! Amei, Belle. Obrigada!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O Convite

Nossa, como o tempo passou rápido! Faltam apenas 4 meses para o casamento. Não vejo a hora de outubro chegar logo. Os nervos até já estão dando os primeiros sinais.

Toda essa lenga-lenga é só para dizer que o casamento já está batendo às portas, mas nós ainda não fechamos os convites. Pois é, acreditem, nesse terreno, as coisas andam meio devagar mesmo. Nem parece a mesma noiva dos posts anteriores, né?

Podem dizer que ando enrolando há um tempão. Tô mesmo! Para falar a verdade, não gostamos de nada até agora. Não que os convites sejam feios, muito pelo contrário, há coisas lindas, mas nada que chamasse nossa atenção e nos fizesse dizer convictos: é esse!

Pelo menos para mim, esse negócio de escolher o convite tem sido muito chato. Não vi graça nenhuma nessa etapa da organização do casamento. Mas tem de escolher um, né?

Mas não foi só isso não. Tinha também a bendita lista de convidados que não ficava pronta nunca graças a minha mãe e ao No. Sem a lista não dava para saber quantos convites encomendar. Eles enrolaram o quanto puderam. Se bem que minha mãe ainda está me enrolando. Mas esse já é outro drama.

Como não dá mais para empurrar com a barriga porque muitos convites tem de ir para o exterior e temos de aproveitar as próximas idas às 3 cidades para fazer as entregas, espero que consiga por um ponto final nessa saga ainda nesse fim-de-semana.

Bem, como já fomos a muitas gráficas, vimos zilhões de modelos em sites, mas o sininho não tocou, resolvemos ficar no tradicional mesmo. Pelo menos assim a gente não erra e nem se arrepende, no futuro, de uma escolha precipitada que a gente possa achar brega com o tempo.

Para falar a verdade, já escolhemos o modelo do convite (também não tinha muito o que escolher dentre as opções clássicas, né?). Vai ser um convite branco clássico mesmo, em papel importado aspen, só que com um detalhe que remete à decoração da festa.

Definimos também que a gráfica B Relevo de Brasília, recomendação da minha amiga Helô que também encomendou seus convites lá, ficará encarregada de confeccioná-los. Achamos o trabalho da gráfica de qualidade e os preços excelentes.

Juntamente com os convites, quem não é de Dourados receberá também um guia com sugestões de hotéis e salões de beleza locais para facilitar as reservas e os agendamentos. Ah, incluíremos ainda um mapa da cidade com a localização dos hotéis, da igreja e do salão de festas. Esperamos, assim, facilitar a ida de todos para o casamento.

Prometo também futuramente publicar essas informações aqui no blog, inclusive sobre como chegar em Dourados de avião, ônibus e carro.

Contamos com a presença de todos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Como sobrescritar os convites???


Estou preparando a lista dos convidados para mandar fazer os convites e me deparei com esse dilema. Well, "a regra é clara":
  • Se o casal é casado e tem o mesmo sobrenome, escreve-se Sr. e Sra. Fulano de Tal;
  • Se for convidar toda a família, deve-se escrever Sr. Fulano de Tal e Família;
  • Se o convidado é solteiro, deve-se escrever o nome completo;
  • Se o casal é casado, mas a mulher não adotou o sobrenome do marido, escreve-se Fulano de Tal e Beltrana de Tal;
  • Se o casal vive junto mas não é casado, deve se escrever o nome completo dos dois em linhas diferentes e sem a conjunção "e";
  • No caso de casais homossexuais, vale a regra dos casais que vivem juntos mas não são casados.

Ah, e não se pode esquecer que o nome do marido deve sempre vir antes do da mulher.

Muito bem! Mas vocês percebem o absurdo dessas regras? Como, em pelo século XXI, devo omitir o nome das minhas amigas casadas que adotaram o sobrenome dos maridos no meu convite de casamento? Além do mais, por quê o nome dos maridos das minhas amigas, em geral pessoas que eu mal conheço, deve vir antes dos nomes das pessoas que são de fato especiais para mim?

Antes que me acusem de levantar a bandeira feminista, gostaria de deixar claro que minha opinião não está fundamentada nessa causa, prova disso é que vou adotar o sobrenome do No depois de casada, mas no fato de regras como essas ditarem um comportamento exclusivo ao determinar que eu não deva citar, no convite, o nome das minhas amigas, que são, na verdade, as pessoas que eu quero de fato convidar.

Além do mais, sou totalmente contra o "Sr. e Sra. Fulano de Tal" simplesmente porque esse tipo de endereçamento não individualiza e nem caracteriza a mulher. Daí que ela pode ser qualquer uma. Um exemplo muito claro disso é a Sra. Brad Pitt. Perceberam? Quem é a Sra. Brad Pitt? Dependendo do lapso temporal tanto pode ser a Angelina Jolie como a Jennifer Aniston.

Como vou mandar um convite endereçado ao "Fulano de Tal" que eu nunca vi na vida?

Não tenho nada contra regras de etiqueta, muito pelo contrário, acho que elas existem para facilitar nossa vida. Mas também acho que está na hora delas evoluirem um pouco e refletirem a estrutura da família moderna.

Também quero deixar claro que não estou pregando a informalidade no endereçamento dos convites e sugerindo a forma "Pedro e Maria". Não quero abolir os sobrenomes dos convites porque acho que o casamento exige certo grau de formalidade. Mas será que dá para ser formal sem ser patriarcal?

Será que estaria espezinhando demais a etiqueta se escrevesse:

  • Pedro e Maria da Silva, no caso das amigas que adotaram o sobrenome do marido?
  • Maria da Silva e Família, no caso dela ter filhos e eu não conhecer o digníssimo?
  • Maria da Silva e Pedro de Souza, no caso da minha afinidade ser maior com ela?

Ainda não sei bem o que fazer. Uma saída poderia ser escrever o nome de todo mundo completo no convite e ponto. Em qual ordem? Ainda não me decidi. Mas omitir o nome das minhas amigas, isso JAMAIS!!!!!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Compras em Barcelona


Semana retrasada, embarquei para Barcelona, a trabalho, feliz da vida com a oportunidade e cheia de ideias e listinhas, planejando o que trazer de lá que ainda estava faltando definir. Na Europa, como os dias são longos no verão (o sol se põe por volta das 21:00) e as lojas ficam abertas até às 22:00, depois do trabalho, pude aproveitar para fazer minhas sonhadas comprinhas no famoso "Paseo de Gracia", ali ao lado do meu hotel.

O primeiro item da minha lista era o tal "can can" espanhol, um tipo de saiote muito leve com uma armação de ferro na barra para usar debaixo do vestido e dar um movimento bonito ao andar da noiva, que eu não encontrei por aqui. Ano passado, na Pronovias, dei bobeira e acabei não comprando porque pensei que encontraria algo similar e bem mais barato no Brasil. Ledo engano! Tarde demais, percebi que ninguém aqui sabia exatamente do que se tratava e que o preço para mandar fazer ficaria bem mais alto do que eu havia imaginado. Ainda bem que tive essa segunda chance...

Outro item importante da minha lista era definir o presente das madrinhas. Eu andava com dificuldades para escolher o presente e essa minha indecisão já estava me deixando de cabeça quente. Mil ideias passavam pela minha cabeça sem nenhuma definição. Queria fugir dos tradicionais bombons e bem-casados. Queria algo diferente, com um toque mais pessoal, mas que agradasse a todas. Finalmente, encontrei o que estava procurando lá! Mas, claro, é surpresa....

Aproveitei também para incrementar meu enxoval de lingeries e pijamas e comprar algumas roupinhas para a lua-de-mel nas maravilhosas lojas de departamento européias. Me esbaldei nas minhas preferidas Mango, H&M, Bershka, Zara, Intimissimi e Oysho, que vendem produtos muito legais a preços incríveis.

Numa dessas lojas, acabei descobrindo, da pior maneira possível, que Barcelona não é apenas Gaudí (vejam a foto da Sagrada Família), é também sinônimo de "gatunos" por todos os lados.

Gente, nunca me roubaram assim no Brasil, nem nos piores becos de São Paulo, mas tive a "honra" de ter minha querida Sony Touch Screen subtraída de forma imperceptível dentro de uma loja, num shopping, na Europa. Fiquei chocada! Me senti violada! Chorei por 50 minutos sem parar. Tentaram me consolar, dizendo: "graças a Deus que não foi nada pior com facas ou armas, né?" OK, sei que podia ter sido pior. Mas sem essa de que assalto no "primeiro mundo" são outros quinhetos, tá? Isso (de ser roubada dentro do shopping) nunca teria me acontecido aqui no Brasil.

Apesar desse triste episódio na minha viagem, voltei feliz e cheia de histórias, experiências, compras e fotos (tiradas com a nova câmera que as circunstâncias me obrigaram a comprar).

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Para animar a festa...


First of all, sem essa de que não precisa de música para animar uma festa de casamento.

Até os mais ortodoxos como meu pai e minha mãe concordam que, sem boa música, os convidados fazem igual cachorro magro e vão embora logo depois que o jantar é servido. Não dá para gastar um dinheirão na festa para ela durar no máximo 3 horas, né?

Como a gente não quer que isso aconteça de jeito nenhum, quer que a festa seja animada e quer que todos curtam muito nossa festa, vai ter música sim, Senhor.

Mais e aí: Banda ou DJ?

Nós preferimos o DJ porque ele é mais flexível, tem um repertório mais amplo, toca durante toda a festa sem pausa, não tem hora para ir embora, sabe o que e quando tocar e sai bem mais em conta do que uma banda-show bacana.

Agora só falta definir qual será o repertório com o DJ Luciano. Confesso que, no começo, eu e o No pensamos em ser bastante rígidos e vetar alguns tipos de música que a gente não gostava, like funk, pagode e sertanejo. Numa conversa com o nosso experiente DJ, saímos convencidos de que engessar os ritmos não seria uma boa estratégia para garantir o alta-astral na pista. Afinal, tem gosto para tudo, né?

Mas calma: a gente não vai liberar geral não. Só que ao invés de proibir algum tipo de ritmo, a gente decidiu vetar apenas aquelas músicas mais apelativas, tipo "Na boca da garrafa", o "Créu", etc.

Bem, sugestões de músicas In e OUT são muito bem-vindas. A Day já tem uma lista enorme...

Ainda para garantir a animação geral da pista, comprei um kit de adereços bem bacana em São Paulo, na Multepocas (www.multepocas.com.br), que tem preços muito melhores do que a concorrência porque os kits já vem prontos. Tem que ter!!!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Forminhas: para quê a gente precisa de forminhas?


1º - Para colocar os doces (óbvio);
2º - Para decorar a mesa de doces;
3º - Para estourar nosso orçamento;
4º - Para mais nada porque vai tudo para o lixo no fim da festa.

Com a organização do casamento, a gente descobre que precisa de cada coisa... Tá certo, fica simplesmente um sonho decorar a mesa de doces com essas forminhas de tecido em forma de flor, vocês não acham?

Fica lindo mesmo! Mas fiquei chocada ao saber que cada uma dessas forminhas custa o mesmo que o doce que vai dentro dela e, dependendo do modelo, pode ser ainda mais cara. Cada bombom em Dourados custa em média R$ 1,00, assim como as forminhas. Dá para acreditar que a embalagem custe o mesmo ou até mais que o conteúdo? Um desperdício!!! Não faz sentido!!!!!!

Minha mãe já foi logo racionalizando: "filha, é muito melhor a gente fazer mais doces do que gastar com essas forminhas". Apesar de concordar que os preços eram um absurdo, relutei em abandonar a ideia de decorar a mesa de doces com elas porque não imaginava nenhum substituto à altura.

Então, o Márcio, meu cerimonialista, sugeriu mesclar forminhas de tecido com forminhas de papel quadradinhas (bem mais baratas e vendidas por cento), que tem sido muito usadas em casamentos para dar um toque moderno à decoração e aliviar os custos.

No começo, achei estranha a ideia e pensei que não ficaria legal misturar as forminhas. Pesquisando em revistas de decoração, sites e outros casamentos, vi muitas mesas de doces decoradas nesse estilo e gostei do resultado, bonito e mais econômico.

Nessa viagem a São Paulo, aproveitei para dar um pulinho na famosa e barateira Matsumoto (www.kfw.com.br), que fica uma quadra para baixo da 25 de março, e comprar as forminhas de tecido. Encontrei vários tipos de flores lindas a preços muito bons. Mas atenção: é preciso separar o joio do trigo! Algumas forminhas são tão minúsculas que nem cabe o doce dentro (alerta de muitas doceiras).

A Day e eu tivemos de voltar carregadas para Brasília, mas a economia valeu a pena.

P.S. Esse lisianto da foto é da D'Flor de Brasília e custa R$ 1,80 a unidade.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

"Diamonds are a girls's best friend"

No começo, sonhei em ganhar os brincos de presente de alguém especial (tipo o noivo, a mãe, o pai...), mas logo desisti dessa idea porque corria o risco de ganhar algo que não combinaria com o meu vestido ou, pior ainda, poderia não ganhar nada.

Para não enfrentar frustação de espécie alguma, eu mesma fui atrás dos brincos que usaria no dia do casamento. Afinal, somos mulheres financeiramente independentes e podemos comprar nossas próprias joias, não é mesmo? A Samantha levantou essa bandeira no filme "Sex and the city" (lembram do leilão do anel?).

Acabei dando muita importância para esse item porque queria usar, no momento mais importante da minha vida, uma joia especial, algo para passar de geração em geração. Idealizei um brinco em ouro branco (nada muito grande porque só uso brincos pequenos) com pérolas, que tem tudo a ver com noivas, e brilhantes, porque "diamonds are a girls's best friend".

Não que eu seja daquele tipo que só usa Joias com "J" maiúsculo (só tenho uma meia dúzia e nada muito caro), mas também não sou lá fã de bijuterias. Não que eu tenha algo contra bijus&noivas, mas de que adianta gastar uma fortuna no vestido e economizar nos acessórios? Nem combina, né? Para mim, esse é um momento muito importante para usar uma bijuteria qualquer emprestada pelo cabeleireiro ou estilista. Mas cada uma com seus valores e frescuras, né? Eu sou mesmo uma frescura ambulante, como o No vive dizendo!

A verdade é que achar os brincos foi um parto. Minha mãe e minha irmã não aguentavam mais ficar de joalheria em joalheria. Foi tão difícil encontrar um par de brincos como eu queria que até pensei em mandar confeccioná-los, mas tinha medo de depois não gostar. Pesquisei modelos de brincos nos sites das maravilhosas Tiffany (www.tiffany.com - esses da foto são de lá), Drysun (www.dryzun.com.br/) H Stern (www.hstern.com.br), Vivara (www.vivara.com.br) e Carla Amorim (www.carlaamorim.com), mas não encontrei nada como eu queria.

Em Rio Preto, um dia fui com o No ao shopping e vi um brinco bem do jeito que eu queria na vitrine da Constantine (a mesma das alianças). Experimentei, amei, mas não quis comprar nada num rompante sem procurar mais. Mas o brinco não saia da minha cabeça.

Quando voltei a Rio Preto, fui decidida a comprar aquele brinco, mas morrendo de medo de já terem vendido o bendito. Graças a Deus, ele ficou lá só me esperando porque era para ser meu mesmo. Negociei um bom desconto à vista e me dei esse presente.

Agora eu quero uma pulseira que vi na Vivara para combinar com o brinco mas, como ando meio desfalcanda, estou vendo o preço para fazer uma cópia com o pai de uma amiga. Dependendo do preço, quem sabe....

Falando em joias, vou contar essa historinha só para vocês não pagarem o mesmo mico que eu. Quando estava em Nova Iorque, visitando a Nan, resolvi entrar na Tiffany e me sentir a própria Audrey Hepburn. Vi um brinco lindo de platina e perguntei quanto custava para a vendedora. Quando ela me disse o preço, quase cai de costas e respondi: mas nem é de ouro! Fiquei inconformada porque a maioria das joias da loja eram de platina e não de ouro branco. Pensei: mas que coisa! Uma loja tão famosa e requintada... Esses tempos, pesquisando brincos para o casamento, descobri que a platina é mais rara, pura, e, por isso, mais cara do que o ouro. Vocês sabiam dessa?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sapatos de Cinderela



Os sapatos foram amor à primeira vista. Folhando uma revista de noivas, encontrei os sapatos que eu queria num anúncio de loja de sapatos para noivas de São Paulo.

Procurei aqui em Brasília, em Rio Preto, em Dourados, mas não encontrei nada na cor off-white (um tipo de branco meio amarelado), que na Espanha eles chamam de "blanco natural".

Também não achei nada como eu queria: algo que não fosse totalmente fechado (coitados dos meus dedos) e nem aberto (dedinhos aparecendo debaixo do vestido são um horror). Portanto, nada de escarpim ou sandália.

Aproveitei uma viagem de trabalho a São Paulo para dar um pulinho na loja do tal sapato dos meus sonhos, a Durval Calçados (www.durvalcalcados.com.br), também uma recomendação da minha amiga e madrinha Maria, que comprou seus sapatos lá.

A loja é ótima porque tem muitos modelos de sapatos para noivas, mas muitos mesmos (tipo uns 30, sei lá), muito acima da média das lojas comuns, que tem no máximo uns 5 modelos. Difícil não gostar de algum! O diferencial da loja é que os modelos são vendidos em diferentes tamanhos de salto, ou seja, você pode escolher um determinado modelo com salto 3, 5, 7 ou 9, e em diferentes cores (branco, off-white, bege, prata). O melhor de tudo: preços excelentes!

Entrei na loja e comprei o tal sapato na cor off-white. A Day disse que nunca me viu decidir algo tão rápido assim.

Escolhi o modelo no salto 7 por causa da barra do vestido que já está feita para essa medida, do noivo que não é muito mais alto do que eu (acho horrível quando o noivo fica menor do que a noiva nas fotos) e em nome da elegância (um salto sempre nos dá mais postura) e do conforto (alto demais é de matar e a gente acaba a festa descalça). Assim, eu fico até o fim da festa sem descer do salto....

Mesmo não sendo de São Paulo, achei o acesso à loja super fácil porque fica no Shopping Metrô Tatuapé (é só descer na estação Tatuapé que a gente está praticamente dentro do shopping). Apesar da localização não ser lá das melhores (a Day, minha fiel escudeira, reclamou à bessa), acho que vale muito a pena. Mas dá para comprar pela internet também.

Já que, debaixo do vestido, ninguém vai mesmo ver o sapato no dia do casamento, não vi problema em postar aqui no blog a foto do meu "sapatinho de cristal". Só assim para todo mundo vê-lo, né?!!!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Transformação...


O look da noiva pode ser tudo: tudo de bom ou tudo de ruim. De nada adianta um vestido maravilhoso, se o penteado e a maquiagem não estiverem em harmonia com o conjunto. Como nós, noivas, seremos o centro de todas as atenções, precisamos estar lindas da cabeça aos pés.

Para nos sentirmos seguras, acho importante escolher um profissional da nossa inteira confiança. Ainda bem que posso contar com o César (www.hairclub.wordpress.com), meu cabeleireiro de Rio Preto há anos, que aceitou viajar até Dourados para me arrumar nesse dia tão especial. Não confio minhas madeixas e o meu rostinho a mais ninguém. E ainda por cima, ele é diversão na certa, outro bom remédio contra a ansiedade do dia.

Como vou sempre a Rio Preto, aproveito as viagens para dar um trato na juba e fazer os testes de cabelo e maquiagem, tão fundamentais para encontrar o look perfeito para o grande dia. O César é ótimo porque ele faz tantas provas quantas forem necessárias e não apenas 1 como já vi por aí (coitada da noiva que resolver mudar de ideia depois).

Sei que em Dourados há excelentes profissionais, mas, como sou muito ansiosa, não conseguiria ficar tranquila nas mãos de um profissional que eu mal conhecesse, num momento em que meus nervos estarão à flor da pele.

Também nunca tive vontade de passar o dia todo na muvuca de um salão no tal "dia da noiva", fazendo massagens, máscaras, banhos, por isso o César vai me arrumar no quarto do hotel mesmo.

Noiva também tem de se cuidar porque não adianta achar que maquiagem dá jeito em tudo no dia. Não custa fazer uma limpeza de pele, um peeling, hidratar o cabelo, fazer as sobrancelhas com um bom profissional, passar uns creminhos no rosto todos os dias, fazer um clareamento nos dentes, parar de roer as unhas, fazer um banho de lua antes do casamento (noiva com os pelos do braço pretos é de assustar e estragar as fotos), se exercitar um pouquinho, fazer uma drenagem linfática para se livrar da maldita celulite e tudo o mais que a gente achar que tem direito. Já tô nessa ...


P.S. César, obrigada por ter aceito o meu convite!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O Buffet

Em primeiro lugar, eu e minha mãe não queríamos um cardápio sofisticado demais, com pratos de nomes complicados que ninguém sabe exatamente do que se trata. Além disso, como se trata da parte mais cara do casamento e meu sobremone não é Onassis, não daria para servir caviar e lagosta. Mas também não queríamos aquele cardápio de casamento batido que todo mundo já tá enjoado de ver e comer, como o tal "filé ao molho madeira".

Então, escolhemos pratos apreciados por todos com um algo a mais só que sem frescuras. E tem comida para todos os gostos: peixe para os que não comem carne vermelha, massa e saladas para os vegetarianos como eu, carne para os carnívoros como minha irmã, coquetel volante para os que preferem só ficar mordiscando e arroz e batata palha para a criançada. E ainda tem uma saborosa sobremesa que foi sugestão, na verdade, quase uma imposição da Day. Do buffet, só exigimos que a comida seja farta, bem servida e quentinha. Não vou revelar mais detalhes do cardápio para não deixá-los com água na boca... hehehe...

Para que não haja dúvidas quanto à composição de cada prato e do recheio das entradas, em todas as mesas, haverá um menu impresso do que será servido durante a festa para facilitar a vida dos garçons, que não terão de ficar explicando o que é cada prato, e a dos convidados, que não precisarão ficar perguntando e nem tentando entender o que o garçon respondeu baixinho (ai como eu odeio isso).

Como todo mundo vive falando que o casamento deve ter a cara dos noivos, confesso que tive vontade de elaborar um cardápio "meat free" já que eu não como carne e o No come muito pouco, mas meus pais e minha irmã gritaram, espernearam e não deixaram, frustrando assim meu maquiavélico plano intitulado "A vingança dos vegetarianos". Hehehe... Já pensaram? Mas que seria a nossa cara isso seria!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A Decoração


Eu e minha mãe estamos simplesmente adorando planejar a decoração do casamento.

Eu passo horas vendo revistas e sites de decoração em busca de idéias interessantes e originais. Tanta disposição e tempo livre resultaram numa pilha de recortes e fotos de arranjos, buquês, mesas de bolo, porta-guardanapos, mesa de chá, bem-casados, etc., que servirão de ponto de partida para a definição do projeto de decoração com o Silvano (Ophicina de Decorações), meu decorador.

Como a decoração é responsável pelo cenário que envolve as fotos, quero que tudo fique simplesmente perfeito (vejam o post sobre o fotógrafo). Os decoradores sabem disso e enfiam a faca sem dó alguma. Por isso, durante a negociação, nem adianta argumentar que é muito dinheiro para gastar com flores que vão morrer no dia seguinte porque eles não vão baixar o preço mesmo.

Essa é uma das partes mais caras da festa e, por isso, acho que todo o cuidado é pouco e que a gente tem de ficar em cima e ser muito exigente. É preciso pesquisar para entender de flores, iluminação, custos e fazer escolhas acertadas.

Além de ser gostoso cuidar desse assunto, a gente aprende coisa à bessa sobre decoração. Antes de começar a organizar o casamento, por exemplo, eu só conhecia uma dúzia de flores, agora acho que conheço quase todas, assim como as variações de cores de cada flor.

Outra coisa que eu não sabia é que a iluminação decorativa também é fundamental para valorizar a beleza dos arranjos, das flores e de todo o trabalho feito pelo decorador.

Na prática, tirando a decoração da igreja, que eu já havia escolhido antes de marcar a data do casamento, acho que até para escolher o vestido fui mais rápida do que para definir a decoração do salão. Mas, mesmo sem saber muito bem como vai ser a decoração, já tenho algumas diretrizes:

  • nada de panos e tecidos fazendo voltinhas (acho um horror);

  • não quero arranjos "monoflorais" (com um único tipo de flor) e nem monocromáticos porque acho entediante e repetitivo;

  • os arranjos das mesas também devem ser diferentes para não parecer um restaurante;

  • as mesas também vão ser diferentes para que o ambiente não fique monótono: algumas redondas, outras quadradas; algumas com toalhas e outras não;

  • mesmo correndo o risco de ser tachada de pouco criativa, as cores serão bastante tradicionais (branco e rosa) e a decoração bastante romântica, porque é assim que eu sou;

  • apesar de ser moda hoje em dia, nosso casamento não tem um tema, mas toda a decoração é inspirada num jardim, principalmente o corredor da igreja.

Não posso contar mais para não estragar a surpresa de vocês e também porque, seguindo orientações do meu decorador, devo deixar para definir exatamente como serão os arranjos e o mobiliário um pouco antes da cerimônia para aproveitar os lançamentos.

"Mas como eu sou teimosa", quero deixar as flores, o estilo dos arranjos e o projeto de ambientação bem definidos antes de assinar o contrato porque depois a gente fica refém do que assinou.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Lua-de-mel

Para onde fazer as malas na lua-de-mel: Caribe, Tahiti, Veneza, Buenos Aires, Bariloche ou Nordeste? Contrariando as expectativas iniciais, nós ficamos bastante perdidos na hora de escolher o destino da lua-de-mel. De agência em agência, de site em site, muitas opções e dúvidas passaram pelas nossas pobres cabeças. E a inocente da noiva aqui achava que essa seria a parte mais fácil e prazerosa de toda a organização do casamento. Não é à-toa que tem até uma enquete sobre isso no blog.


Todo esse drama nada teve a ver com opiniões divergentes, porque, numa coisa, eu e o No estávamos de pleno acordo: nada de roteiros lotados de atividades e lugares que "a gente tem de conhecer". Para nós, a viagem de lua-de-mel, além de inesquecível, devia ser um momento de intimidade, diversão e merecido descanso depois de toda a loucura do casamento. Só queríamos saber de sombra e água fresca, literalmente. A gente queria mesmo era ir para uma praia paradisíaca no Caribe.

Eu queria ir para Cancún e ele, para Saint Andrés. Sonhávamos em ficar hospedos em um maravilhoso resort all inclusive de frente para as águas azul-turquesa do mar caribenho. Um sonho só! E um sonho com preços que cabiam no bolso.

"O mundo caiu", pelo menos para mim, quando, pesquisando sobre Cancun na internet, descobri que novembro ainda é temporada de furacões e período de muita chuva no Caribe (encontrei very helpful information no blog "tudosobrecancun.blogspot.com"). Já fui logo imaginando: e se um furacão pega a gente por lá? Deus me livre trocar o luxo do resort por um abrigo comunitário qualquer! O doido do noivo até achou que essa poderia ser uma experiência interessante e um aventura inesquecível. Tem cabimento?

Num momento de devaneio cheguei a pensar no romântico Tahiti, um substituto muito além da altura do Caribe. Mas os preços me fizeram abortar totalmente essa idéia. Quem sabe um dia, né?

Acreditem: foi realmente complicado escolher o melhor lugar para viajarmos no começo de novembro porque, mesmo entre as zilhões de opções oferecidas pelas agências de turismo, sempre havia algum porém climático nesse período.

Cogitamos ir para Bariloche e fazer uma escala em Buenos Aires, mas achei que seria um desperdício pois, sem neve, não poderíamos esquiar. Resolvemos deixar essa viagem para um próximo inverno. O No chegou a sugerir Roma e eu já pensei em esticar até a mágica Veneza para um passeio romântico de gôndola pelos canais. Tudo muito lindo, affordable, mas um roteiro muito cheio e exaustivo para as nossas expectativas garfildianas de uma lua-de-mel.

Foi então que sugeri procurarmos um super resort no Nordeste. O No concordou na hora, mas desde que fosse um all-inclusive. Peguei o guia super prático de resorts da CVC (uma mão na roda) em uma agência e comecei a fuçar nos sites. Encontrei cada resort maravilhoso e caro no Brasil! Muitos em estilo polinésio, que acho não devem deixar nada a desejar do Tahiti.

Eu adorei dois com bangalôs e piscinas privativas: o Nannai em Porto de Galinhas (www.nannai.com.br) e o kiaroa em Maraú, na Bahia (www.kiaroa.com.br). Na agência, disseram que o Nannai andava meio mal-cuidado e que a praia do resort não era muito legal. Minha amiga e madrinha Helô, que é uma pessoa de extremo bom gosto, também não achou o Nannai aquelas coisas e reclamou do cheiro forte de madeira dos bangalôs. Contra o Kiaroa, não ouvi uma reclamação sequer. Muito pelo contrário, foi eleito o melhor resort da América Latina em 2008. Só tinha um probleminha: o preço era "polinésio"! Como o sistema desses resorts não era all-inclusive, o No também não se interessou por nenhum deles.

Para diminuir o leque de opções, ficamos só com os resorts com sistema all-inclusive (bebidas, lanches, refeições e atividades incluídas na diária) e com baixa densidade demográfica de crianças. Com o novo filtro, selecionamos 2 resorts: o Enotel em Porto de Galinhas (www.enotel.com.br/new_site) e o Venta Club Pratagy em Alagoas (www.pratagyresort.com.br). Para o No, qualquer um dos 2 estava bom, mas eu fiquei na maior dúvida porque o Enotel era mais luxuoso e o Ventaclub oferecia mais atividades, bar na praia e mordomias. A indecisão terminou quando uma agente de turismo relatou que a comida do Enotel não era lá aquelas coisas.

Diante disso, resolvemos ir para o Venta Club Pratagy! Vamos pegar uma corzinha em Alagoas...

P.S. Obrigada a todos que tentaram nos ajudar, votando na enquete!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Fotos, Fotógrafos & Cia


Além das recordações, que serão eternas enquanto nós durarmos, as fotos serão a única coisa que permanecerá por várias gerações desse dia tão especial que será o nosso casamento. Por isso, tivemos todo o cuidado na escolha do fotógrafo.

Queríamos fotos espontâneas que retratassem artisticamente a nossa alegria, a nossa emoção, o nosso nervosismo, o nosso amor e o carinho da família e dos amigos. Eu queria também lindas fotos em preto e branco, um recurso que, na minha opinião, ressalta ainda mais a beleza de um momento emocionante. Não queríamos, de jeito nenhum, um álbum com aquelas fotos artificiais, cheias de poses tradicionais, sorrisos forçados e sem nenhuma emoção.

Foi então que descobrimos o fotojornalismo, um estilo de fotografia mais despojado, artístico, com enquadramentos inesperados e que explora bastante o recurso da fotografia em preto e branco. É bem aquela foto com cara de editorial de revista, sabem como é? Para fazer fotos assim, além de ser muito bom, o fotógrafo tem de ter experiência nesse estilo e um olhar apurado.

O estilo do álbum de casamento também mudou, se modernizou, não tem mais nada daquilo de colar um foto 20x25 numa página em branco. Hoje em dia, os álbuns são no formato de uma folha panorâmica (vizualizem 2 páginas de um livro grande abertas e sem aquela emenda branca no meio) em que são colocadas várias imagens em diversos tamanhos, fazendo uma montagem de diversos momentos (close da noiva no making off, outra foto do vestido pendurado, uma foto dos sapatos ao lado das jóias e do buquê, a mãe ajudando a filha se vestir...).

Mais uma vez, fui incansável na procura: passei meses olhando sites e álbuns de fotógrafos. Quando encontrei o Namour (é dele essa foto), pensei: "é esse!" Meu cerimonialista foi logo avisando: "é um dos melhores fotógrafos da região (talvez até do Brasil) e o preço é bem salgado". Ainda assim, fomos conhecê-lo pessoalmente. Ele é uma simpatia, nos deu um super mega desconto, fiquei fã dele, mas o preço estrapolava (e muito) o orçamento pré-aprovado pelo meu pai para as fotos.

Foi então que meu cerimonialista teve a brilhante idéia de me apresentar ao Galvão (www.studiogalvao.com.br), que também está entre os TOP da minha região. Adorei o trabalho dele, a forma como ele explora o fotojornalismo, os álbuns e os brindes. Decidi: "tem de ser esse!" Só que ele já tinha outro casamento na mesma data. Choquei! Conversei com meu cerimonialista que, como num passe de mágica, conseguiu o Galvão para mim.

Só que o preço do Galvão ainda estava um pouco acima do nosso orçamento. Como eu não tinha gostado de mais nada, não ia ter outro jeito, teria de falar com os meus pais para revisar o nosso orçamento. Meu pai, todo amoroso, foi logo tratando de resolver o problema: "Filha, papai tem um cliente que é fotógrafo e que pode fazer um preço especial". Pensei: "xiiii!" Antes que eu tivesse um treco, ouvi a santa voz da minha mãe dizendo: "Benhê, essa decisão é deles! Deixe eles escolherem". Expliquei a eles o quanto ter um bom fotógrafo era importante para mim, que de tudo só as fotos ficariam. Meus pais, como sempre, foram maravilhosos, compreensivos, negociaram com o Galvão e fecharam o contrato com ele. Enfim, tudo resolvido!

"Fotos são para recordar e recordar é reviver."

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Assessoria & Cerimonial

Organizar nosso casamento é simplesmente delicioso (eu tô adorando)... mas dá um trabalhão danado! Como cabelos brancos e rugas de preocupação estavam fora do meu projeto "Belezura de Noiva 2009", percebi que precisava de ajuda profissional para organizar tudo. Afinal, eu não teria como organizar tudo sozinha daqui de Brasília e nem me teletransportar para Dourados sempre que surgisse algum problema. Isso sem falar que, depois de 10 anos morando fora, eu estava completamente por fora de quem eram os melhores e os piores buffets, fotógrafos, doceiras, boleiras e Djs de Dourados.

Para me ajudar nessa missão e garantir que tudo sairá perfeito no grande dia, conto com o Márcio (www.3magos.com.br), meu assessor e cerimonialista, que é tão perfeccionista quanto eu, para cuidar de todos os detalhes da festa e resolver aqueles pepinos tradicionais. Mesmo com todas essas facilidades, não me livrei do ônus do poder de escolha e continuo tendo de provar docinhos, folhear álbuns de fotógrafos, montar o convite e tudo o mais.

No dia do casamento, além de cuidar do cerimonial na igreja e na festa, ele se certificará de que todas as encomendas chegaram em ordem (das flores ao bem-casado), que o buffet estará quentinho e resolverá qualquer imprevisto, assim como fazia a atriz Jennifer Lopez na comédia romântica água com açúcar que eu adoro "O casamento dos meus sonhos"/"The wedding planner".

Eu não sei o que seria de mim sem o Márcio e nem imagino como as pessoas faziam para organizar um casamento quando não havia profissionais dessa área. Muitas mães nem tinham tempo de ir ao salão porque passaram o dia por conta da montagem da festa e as noivas nem comiam durante a festa porque tinham de resolver inúmeros problemas de última hora. Isso para não dizer que sobrava para toda a família (tios, primos e avós) receber os presentes e a fazer o cerimonial da igreja. Os pobres não aproveitavam nada...

Contar com um especialista é pagar para não ficar estressada e preocupada com um cem número de detalhes antes, durante e depois da festa. Contratar um organizador pode não ser fundamental, mas quem tem um aproveita melhor a festa e o orçamento.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Mais razões para ninguém perder o casamento


Caros convidados que não moram em Dourados,

Claro que só o nosso casamento já é atrativo suficiente para vocês irem para Dourados no dia 31 de outubro, né? Além dessa, vejam outras razões pelas quais vocês não podem perder essa oportunidade:

- Os indecisos e também um pouco preguiçosos lembrem-se de que a segunda-feira seguinte ao casamento, dia 02/11, é feriado. Sendo assim, além do domingo, vocês terão um dia a mais para descansar da viagem antes de pegar no batente de novo ;

- Já os mais aventureiros podem aproveitar para conhecer um dos principais destinos de ecoturismo no Brasil: a paradisíaca Bonito, que fica a 260 km de Dourados (chequei no Guia 4 Rodas). É imperdível descer na Gruta do Lagoa Azul (foto), mergulhar entre as piraputangas, tomar um banho de cachoeira na Ilha do Padre e tomar sol na agitação do Balneário. Ah, e tem de descer o rio Sucuri (o nome não é à-toa não) de bote também;

- E os consumidores de plantão vão adorar fazer compras no "Shopping China" (eleito, em 2008, a melhor loja de importados das Américas), que fica em Pedro Juan Caballero, Paraguai, a apenas 120 Km de Dourados. A antiga "Casa China" (www.shoppingchina.com.py), como era conhecida, é um verdadeiro paraíso de compras, com produtos importados, todos legítimos, a preço de free-shop. Tudo o que você imaginar, você encontra lá, desde de cosméticos (Victoria's Secret, La Roche Posay, Vichy, Lancôme, etc), perfumes, óculos (Gucci, Ray Ban, Chanel, etc.), brinquedos, eletrônicos, roupas de marca (Lacoste, Ralph Lauren, Tommy Hilfiger), artigos esportivos (Nike, Adidas, Puma), a bebidas e comidas, além de artigos para casa, camping e pesca. Vale a pena dar uma esticadinha na viagem para encher a mala com essas coisinhas que no Brasil custam uma fortuna.

Convencidos? Até lá!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Mudança de data

Queridos amigos, tivemos de adiar o casamento para o dia 31 de outubro de 2009 em razão das agendas lotadas dos profissionais douradenses da área na data anteriormente escolhida. Nem a boleira estava disponível!!! Dá para acreditar nisso? Como diria um antigo chefe, Dourados está bombando!

O No e eu fomos para Dourados na segunda quinzena de outubro, exatamente 1 ano antes da data escolhida, para definir os pontos principais do casório, como salão, igreja, cerimonial, buffet e fotógrafo. Mas descobrimos que hoje em dia não é mais suficiente começar a organizar o casamento com 1 ano de antecedência. Pois é, se a gente fizer questão de ter sempre os melhores profissionais pela melhor relação custo-benefício tem de se antecipar aos demais casais casadouros.

Para facilitar o deslocamento de todos até Dourados, mantivemos o esquema de ponte entre a data do casamento e um feriado - a festa é no sábado e segunda-feira é dia 02 de novembro. Tomem nota em suas agendas de 2009 da nova data! Para ninguém se esquecer do dia, é só lembrar do Halloween.

Contamos com a presença de vocês nesse dia tão especial para nós.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O vestido - Parte Final

Já deu para perceber que eu enfiei na cabeça que eu queria um vestido da Pronovias (www.pronovias.com), né? Vocês estão de prova de que eu tentei de tudo... Mas não teve jeito: nada mais me agradava. Eu estava completamente apaixonada pelos vestidos espanhóis.

Pela internet, comecei a pesquisar os preços da Pronovias na Europa e acabei descobrindo que as lojas de São Paulo que alugam os vestidos da marca estavam enfiando a faca em nós, pobres noivas sonhadoras (o que o Google não faz por você?). Então, liguei para a loja da Pronovias em Madri para confirmar os preços. Realmente, compensava muito mais comprar o vestido lá do que alugar o mesmo modelo em São Paulo. Afinal, nada melhor do que ir direto à fonte, né?

Como eu já ia para a Espanha de férias com a minha irmã, resolvi aproveitar para dar um pulinho na Pronovias madrileña. Não criei muitas expectativas quanto ao vestido porque eu só iria ficar 4 dias na Espanha e a prioridade era a viagem. Mas, como eu chegava à Madri pela manhã e minha irmã, à noite, marquei hora na Pronovias da "Calle Serrano" e na San Patrick para aproveitar o dia livre de turismo.



Só depois da siesta espanhola, consegui ser atendida na loja que, aliás, tem o mesmo formato da representante brasileira - enormes catálogos e um vestido de cada modelo da coleção para a gente provar. A diferença é que, no Brasil, a loja tem modelos de várias coleções, mas demora para receber os lançamentos e, na Espanha, eles só têm os modelos da última coleção. E, para minha sorte, a loja tinha em estoque quase todas as numerações da coleção 2009 e, caso eu gostasse de algo, entregaria o vestido já com todos os ajustes em 2 dias.

Aí, o inevitável aconteceu: encontrei o vestido dos meus sonhos e me apaixonei perdidamente por ele. "Comprar ou não comprar? Oh, dúvida cruel!" Como essa era uma decisão muito importante, eu precisava de uma 2ª opinião. Então, no dia seguinte, voltei à loja com minha irmã para ver a reação dela e experimentar novamente o vestido. A Bebê também adorou.

Comparei com os preços do Brasil, fiz as contas e, quando pensei que não teria mais de me preocupar com o vestido, que seria um problema a menos, e que ele era tudo o que eu queria, comprei na hora. De quebra, seguindo o conselho da minha mãe, já comprei o véu que combinava com o vestido para reduzir a dor de cabeça a zero.

Como nada é perfeito, minha enxaqueca veio logo depois, com a alta do dólar na minha fatura do cartão de crédito. Que ódio dessa crise!

Já a "San Patrick", uma decepção! O lugar era muito longe (nem sei como consegui chegar lá sem conhecer Madri) e a loja mais parecia um armarinho. A vendedora era uma simpatia, os preços excelentes, mas os modelos eram bem mais simples e a qualidade do tecido e do acabamento deixavam um pouco a desejar.

O problema agora era o medo que eu estava de passar pela alfândega porque eu não sabia se o vestido entraria na categoria "roupas" e estaria isento de imposto ou não. Na dúvida, comprei uma sacolona enorme para disfarçar o vestido e passei sem problemas pela fiscalização.


Minha mãe ficou um pouco preocupada com o fato de eu ter comprado o vestido com tanta antecedência porque ela tinha medo de que eu me arrependesse caso, mais tarde, encontrasse outro vestido de que eu gostasse mais. Então, ela me disse: "quando você escolhe um, morre para todos os outros". Eis o princípio da fidelidade ao seu vestido. A vendedora também me aconselhou a não olhar mais nenhum vestido.

"Mas como eu sou teimosa", continuo vendo tudo sem medo da "tentação do outro vestido". Claro que eu não fico procurando, mas também não saio correndo feito diabo da cruz de qualquer foto de vestido de noiva ou vitrine, como se eu não tivesse feito a melhor escolha. O fato é que eu me sinto plenamente segura quanto ao que eu queria e quanto ao vestido que eu escolhi porque eu só tomei a decisão depois eu já tinha visto e experimentado de tudo.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Lingerie - O Enxoval

No último dia em Londres, passeando pela Oxford Street, a rua londrina de compras mais famosa e entupetada de gente que eu já
vi (pior do que a 25 de Março na véspera de Natal), encontrei uma loja de lingerie maravilhosa que eu não conhecia - a La Senza. Essa marca canadense vende produtos de seda pura de excelente qualidade a preços bem mais camaradas do que a similar americana Victoria's Secret ou a brasileira "Jogê", por exemplo.

Para dizer a verdade, nem tinha passado pela minha cabeça aproveitar a viagem para fazer esse tipo de compras. Mas, como não perco uma boa oportunidade e nem uma pechincha, não resisti e comprei todo meu enxoval de lingerie lá mesmo. Fiquei completamente seduzida pelos produtos e pela promoção "buy 1 get 1 free". Para vocês terem uma idéia, com o que eu gastei lá na compra de oito peças dava só para comprar uma camisola de seda pura na "Jogê".

P.S. As fotos são do catálogo de Natal da La Senza. Tudo fofo, não?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Viagem de "Despedida de Solteira"


Eu e a Bebê vivíamos planejando uma viagem de irmãs que acabava nunca saindo do papel por falta de papel moeda. Com o casório marcado para o ano que vem, resolvemos embarcar nessa antes que fosse tarde demais. Já que a separação está próxima, a viagem seria a minha despedida de solteira. Em meio a toda essa agitação do casamento, seríamos só nós duas.

Assim, em setembro, tiramos férias e partimos num tour de 14 dias pela Europa, passando por Madri, Paris e Londres. A gente curtiu a viagem pra caramba. Queríamos conhecer tudo. E acreditem, conhecemos. Também éramos incansáveis. Não parávamos um minuto - só para comer e bem rapidinho. A Marília que o diga, né Ma?
Amamos o velho continente, principalmente a energia e a comida espanholas. Paris é claro que é linda e mágica e, os franceses, uns trogloditas. E a Londres cinzenta (vejam só a foto em frente a Tower Bridge) é fascinante e cheia de atrações e boas oportunidades para compras (mesmo com a Libra muito valorizada em relação ao Real), e os ingleses, verdadeiros gentlemen.

Nos divertimos, mas também nos cansamos à bessa com hotéis, traslados, aeroportos, viagens internas e passeios.
Nessa experiência, percebi que o No tinha razão quando dizia que o nosso roteiro de lua-de-mel deve ser de no máximo 7 dias e incluir apenas 1 cidade. Afinal, esse é um momento para descansar e se curtir, né?