quarta-feira, 20 de maio de 2009
Forminhas: para quê a gente precisa de forminhas?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
"Diamonds are a girls's best friend"
No começo, sonhei em ganhar os brincos de presente de alguém especial (tipo o noivo, a mãe, o pai...), mas logo desisti dessa idea porque corria o risco de ganhar algo que não combinaria com o meu vestido ou, pior ainda, poderia não ganhar nada. Para não enfrentar frustação de espécie alguma, eu mesma fui atrás dos brincos que usaria no dia do casamento. Afinal, somos mulheres financeiramente independentes e podemos comprar nossas próprias joias, não é mesmo? A Samantha levantou essa bandeira no filme "Sex and the city" (lembram do leilão do anel?).
Acabei dando muita importância para esse item porque queria usar, no momento mais importante da minha vida, uma joia especial, algo para passar de geração em geração. Idealizei um brinco em ouro branco (nada muito grande porque só uso brincos pequenos) com pérolas, que tem tudo a ver com noivas, e brilhantes, porque "diamonds are a girls's best friend".
Não que eu seja daquele tipo que só usa Joias com "J" maiúsculo (só tenho uma meia dúzia e nada muito caro), mas também não sou lá fã de bijuterias. Não que eu tenha algo contra bijus&noivas, mas de que adianta gastar uma fortuna no vestido e economizar nos acessórios? Nem combina, né? Para mim, esse é um momento muito importante para usar uma bijuteria qualquer emprestada pelo cabeleireiro ou estilista. Mas cada uma com seus valores e frescuras, né? Eu sou mesmo uma frescura ambulante, como o No vive dizendo!
A verdade é que achar os brincos foi um parto. Minha mãe e minha irmã não aguentavam mais ficar de joalheria em joalheria. Foi tão difícil encontrar um par de brincos como eu queria que até pensei em mandar confeccioná-los, mas tinha medo de depois não gostar. Pesquisei modelos de brincos nos sites das maravilhosas Tiffany (www.tiffany.com - esses da foto são de lá), Drysun (www.dryzun.com.br/) H Stern (www.hstern.com.br), Vivara (www.vivara.com.br) e Carla Amorim (www.carlaamorim.com), mas não encontrei nada como eu queria.
Em Rio Preto, um dia fui com o No ao shopping e vi um brinco bem do jeito que eu queria na vitrine da Constantine (a mesma das alianças). Experimentei, amei, mas não quis comprar nada num rompante sem procurar mais. Mas o brinco não saia da minha cabeça.
Quando voltei a Rio Preto, fui decidida a comprar aquele brinco, mas morrendo de medo de já terem vendido o bendito. Graças a Deus, ele ficou lá só me esperando porque era para ser meu mesmo. Negociei um bom desconto à vista e me dei esse presente.
Agora eu quero uma pulseira que vi na Vivara para combinar com o brinco mas, como ando meio desfalcanda, estou vendo o preço para fazer uma cópia com o pai de uma amiga. Dependendo do preço, quem sabe....
Falando em joias, vou contar essa historinha só para vocês não pagarem o mesmo mico que eu. Quando estava em Nova Iorque, visitando a Nan, resolvi entrar na Tiffany e me sentir a própria Audrey Hepburn. Vi um brinco lindo de platina e perguntei quanto custava para a vendedora. Quando ela me disse o preço, quase cai de costas e respondi: mas nem é de ouro! Fiquei inconformada porque a maioria das joias da loja eram de platina e não de ouro branco. Pensei: mas que coisa! Uma loja tão famosa e requintada... Esses tempos, pesquisando brincos para o casamento, descobri que a platina é mais rara, pura, e, por isso, mais cara do que o ouro. Vocês sabiam dessa?
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Sapatos de Cinderela
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
Transformação...

Noiva também tem de se cuidar porque não adianta achar que maquiagem dá jeito em tudo no dia. Não custa fazer uma limpeza de pele, um peeling, hidratar o cabelo, fazer as sobrancelhas com um bom profissional, passar uns creminhos no rosto todos os dias, fazer um clareamento nos dentes, parar de roer as unhas, fazer um banho de lua antes do casamento (noiva com os pelos do braço pretos é de assustar e estragar as fotos), se exercitar um pouquinho, fazer uma drenagem linfática para se livrar da maldita celulite e tudo o mais que a gente achar que tem direito. Já tô nessa ...
quinta-feira, 7 de maio de 2009
O Buffet
Em primeiro lugar, eu e minha mãe não queríamos um cardápio sofisticado demais, com pratos de nomes complicados que ninguém sabe exatamente do que se trata. Além disso, como se trata da parte mais cara do casamento e meu sobremone não é Onassis, não daria para servir caviar e lagosta. Mas também não queríamos aquele cardápio de casamento batido que todo mundo já tá enjoado de ver e comer, como o tal "filé ao molho madeira". segunda-feira, 6 de abril de 2009
A Decoração

- nada de panos e tecidos fazendo voltinhas (acho um horror);
- não quero arranjos "monoflorais" (com um único tipo de flor) e nem monocromáticos porque acho entediante e repetitivo;
- os arranjos das mesas também devem ser diferentes para não parecer um restaurante;
- as mesas também vão ser diferentes para que o ambiente não fique monótono: algumas redondas, outras quadradas; algumas com toalhas e outras não;
- mesmo correndo o risco de ser tachada de pouco criativa, as cores serão bastante tradicionais (branco e rosa) e a decoração bastante romântica, porque é assim que eu sou;
- apesar de ser moda hoje em dia, nosso casamento não tem um tema, mas toda a decoração é inspirada num jardim, principalmente o corredor da igreja.
Não posso contar mais para não estragar a surpresa de vocês e também porque, seguindo orientações do meu decorador, devo deixar para definir exatamente como serão os arranjos e o mobiliário um pouco antes da cerimônia para aproveitar os lançamentos.
"Mas como eu sou teimosa", quero deixar as flores, o estilo dos arranjos e o projeto de ambientação bem definidos antes de assinar o contrato porque depois a gente fica refém do que assinou.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Lua-de-mel

Eu queria ir para Cancún e ele, para Saint Andrés. Sonhávamos em ficar hospedos em um maravilhoso resort all inclusive de frente para as águas azul-turquesa do mar caribenho. Um sonho só! E um sonho com preços que cabiam no bolso.
"O mundo caiu", pelo menos para mim, quando, pesquisando sobre Cancun na internet, descobri que novembro ainda é temporada de furacões e período de muita chuva no Caribe (encontrei very helpful information no blog "tudosobrecancun.blogspot.com"). Já fui logo imaginando: e se um furacão pega a gente por lá? Deus me livre trocar o luxo do resort por um abrigo comunitário qualquer! O doido do noivo até achou que essa poderia ser uma experiência interessante e um aventura inesquecível. Tem cabimento?
Diante disso, resolvemos ir para o Venta Club Pratagy! Vamos pegar uma corzinha em Alagoas...
P.S. Obrigada a todos que tentaram nos ajudar, votando na enquete!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Fotos, Fotógrafos & Cia

"Fotos são para recordar e recordar é reviver."
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Assessoria & Cerimonial
Organizar nosso casamento é simplesmente delicioso (eu tô adorando)... mas dá um trabalhão danado! Como cabelos brancos e rugas de preocupação estavam fora do meu projeto "Belezura de Noiva 2009", percebi que precisava de ajuda profissional para organizar tudo. Afinal, eu não teria como organizar tudo sozinha daqui de Brasília e nem me teletransportar para Dourados sempre que surgisse algum problema. Isso sem falar que, depois de 10 anos morando fora, eu estava completamente por fora de quem eram os melhores e os piores buffets, fotógrafos, doceiras, boleiras e Djs de Dourados. Para me ajudar nessa missão e garantir que tudo sairá perfeito no grande dia, conto com o Márcio (www.3magos.com.br), meu assessor e cerimonialista, que é tão perfeccionista quanto eu, para cuidar de todos os detalhes da festa e resolver aqueles pepinos tradicionais. Mesmo com todas essas facilidades, não me livrei do ônus do poder de escolha e continuo tendo de provar docinhos, folhear álbuns de fotógrafos, montar o convite e tudo o mais.
No dia do casamento, além de cuidar do cerimonial na igreja e na festa, ele se certificará de que todas as encomendas chegaram em ordem (das flores ao bem-casado), que o buffet estará quentinho e resolverá qualquer imprevisto, assim como fazia a atriz Jennifer Lopez na comédia romântica água com açúcar que eu adoro "O casamento dos meus sonhos"/"The wedding planner".
Eu não sei o que seria de mim sem o Márcio e nem imagino como as pessoas faziam para organizar um casamento quando não havia profissionais dessa área. Muitas mães nem tinham tempo de ir ao salão porque passaram o dia por conta da montagem da festa e as noivas nem comiam durante a festa porque tinham de resolver inúmeros problemas de última hora. Isso para não dizer que sobrava para toda a família (tios, primos e avós) receber os presentes e a fazer o cerimonial da igreja. Os pobres não aproveitavam nada...
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Mais razões para ninguém perder o casamento

- Os indecisos e também um pouco preguiçosos lembrem-se de que a segunda-feira seguinte ao casamento, dia 02/11, é feriado. Sendo assim, além do domingo, vocês terão um dia a mais para descansar da viagem antes de pegar no batente de novo ;
- Já os mais aventureiros podem aproveitar para conhecer um dos principais destinos de ecoturismo no Brasil: a paradisíaca Bonito, que fica a 260 km de Dourados (chequei no Guia 4 Rodas). É imperdível descer na Gruta do Lagoa Azul (foto), mergulhar entre as piraputangas, tomar um banho de cachoeira na Ilha do Padre e tomar sol na agitação do Balneário. Ah, e tem de descer o rio Sucuri (o nome não é à-toa não) de bote também;
- E os consumidores de plantão vão adorar fazer compras no "Shopping China" (eleito, em 2008, a melhor loja de importados das Américas), que fica em Pedro Juan Caballero, Paraguai, a apenas 120 Km de Dourados. A antiga "Casa China" (www.shoppingchina.com.py), como era conhecida, é um verdadeiro paraíso de compras, com produtos importados, todos legítimos, a preço de free-shop. Tudo o que você imaginar, você encontra lá, desde de cosméticos (Victoria's Secret, La Roche Posay, Vichy, Lancôme, etc), perfumes, óculos (Gucci, Ray Ban, Chanel, etc.), brinquedos, eletrônicos, roupas de marca (Lacoste, Ralph Lauren, Tommy Hilfiger), artigos esportivos (Nike, Adidas, Puma), a bebidas e comidas, além de artigos para casa, camping e pesca. Vale a pena dar uma esticadinha na viagem para encher a mala com essas coisinhas que no Brasil custam uma fortuna.
Convencidos? Até lá!sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Mudança de data
Para facilitar o deslocamento de todos até Dourados, mantivemos o esquema de ponte entre a data do casamento e um feriado - a festa é no sábado e segunda-feira é dia 02 de novembro. Tomem nota em suas agendas de 2009 da nova data! Para ninguém se esquecer do dia, é só lembrar do Halloween.
Contamos com a presença de vocês nesse dia tão especial para nós.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
O vestido - Parte Final
Pela internet, comecei a pesquisar os preços da Pronovias na Europa e acabei descobrindo que as lojas de São Paulo que alugam os vestidos da marca estavam enfiando a faca em nós, pobres noivas sonhadoras (o que o Google não faz por você?). Então, liguei para a loja da Pronovias em Madri para confirmar os preços. Realmente, compensava muito mais comprar o vestido lá do que alugar o mesmo modelo em São Paulo. Afinal, nada melhor do que ir direto à fonte, né?
Como eu já ia para a Espanha de férias com a minha irmã, resolvi aproveitar para dar um pulinho na Pronovias madrileña. Não criei muitas expectativas quanto ao vestido porque eu só iria ficar 4 dias na Espanha e a prioridade era a viagem. Mas, como eu chegava à Madri pela manhã e minha irmã, à noite, marquei hora na Pronovias da "Calle Serrano" e na San Patrick para aproveitar o dia livre de turismo.
Aí, o inevitável aconteceu: encontrei o vestido dos meus sonhos e me apaixonei perdidamente por ele. "Comprar ou não comprar? Oh, dúvida cruel!" Como essa era uma decisão muito importante, eu precisava de uma 2ª opinião. Então, no dia seguinte, voltei à loja com minha irmã para ver a reação dela e experimentar novamente o vestido. A Bebê também adorou.
Já a "San Patrick", uma decepção! O lugar era muito longe (nem sei como consegui chegar lá sem conhecer Madri) e a loja mais parecia um armarinho. A vendedora era uma simpatia, os preços excelentes, mas os modelos eram bem mais simples e a qualidade do tecido e do acabamento deixavam um pouco a desejar.
O problema agora era o medo que eu estava de passar pela alfândega porque eu não sabia se o vestido entraria na categoria "roupas" e estaria isento de imposto ou não. Na dúvida, comprei uma sacolona enorme para disfarçar o vestido e passei sem problemas pela fiscalização.
Minha mãe ficou um pouco preocupada com o fato de eu ter comprado o vestido com tanta antecedência porque ela tinha medo de que eu me arrependesse caso, mais tarde, encontrasse outro vestido de que eu gostasse mais. Então, ela me disse: "quando você escolhe um, morre para todos os outros". Eis o princípio da fidelidade ao seu vestido. A vendedora também me aconselhou a não olhar mais nenhum vestido.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Lingerie - O Enxoval
No último dia em Londres, passeando pela Oxford Street, a rua londrina de compras mais famosa e entupetada de gente que eu jávi (pior do que a 25 de Março na véspera de Natal), encontrei uma loja de lingerie maravilhosa que eu não conhecia - a La Senza. Essa marca canadense vende produtos de seda pura de excelente qualidade a preços bem mais camaradas do que a similar americana Victoria's Secret ou a brasileira "Jogê", por exemplo.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Viagem de "Despedida de Solteira"
Assim, em setembro, tiramos férias e partimos num tour de 14 dias pela Europa, passando por Madri, Paris e Londres. A gente curtiu a viagem pra caramba. Queríamos conhecer tudo. E acreditem, conhecemos. Também éramos incansáveis. Não parávamos um minuto - só para comer e bem rapidinho. A Marília que o diga, né Ma?
Nos divertimos, mas também nos cansamos à bessa com hotéis, traslados, aeroportos, viagens internas e passeios.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O vestido - Parte II

Pesquisando em revistas de noiva e em sites da internet, descobri as lojas de noivas que faziam mais meu estilo. Me encantei por um tipo específico de vestido que não achava em qualquer lugar. Os espanhóis! As rendas espanholas! Em especial, os da Pronovias!
Depois que encontrei essa marca, nada mais me chamava atenção. Daí tudo ficou mais fácil e mais difícil. Mais fácil porque já sabia exatamente o que eu queria e onde encontrar. E mais difícil porque como em Brasília não tem um representante da marca, teria de ir a São Paulo.
Mas nem hesitei, marquei hora na loja que representava a Pronovias no Brasil e em mais 3 lojas que me pareciam interessantes. Lá fomos eu e minha mãe passar uma semana em São Paulo à caça do meu tão sonhado vestido de noiva.
As lojas
De todas os lugares que eu visitei em São Paulo, essa loja que fica em Indianápolis, foi, sem dúvidas, a melhor e a mais cara de todas. Atendimento exclusivo, vendedoras simpáticas e atenciosas, vestidos para prova em perfeito estado e sala privativa com tablado e espelhos enormes para a gente se sentir uma verdadeira princesa.
Como eles são representantes da Pronovias, foi aqui onde encontrei a maior variedade de modelos da marca espanhola e também os vestidos da marca San Patrick, que é da Pronovias.
Ao chegar à loja, a vendedora perguntou que tipo de vestido eu procurava, anotou tudo e me deu 4 catálogos tamanho 60x60 para escolher os vestidos que eu gostaria de provar. Dava até para ver o desenho da renda. Ela sugeriu que eu selecionasse somente 6 modelos para não ficar confusa depois. Mas eram tantos vestidos lindos que não resisti e selecionei uns 10. Fui para a sala com minha mãe e a vendedora e provei todos os vestidos que eu tinha visto nas revistas e me apaixonado e outros modelos.
Acabei apaixonada por 2 modelos, um da San Patrick e outro da Pronovias, e desencantada com o vestido dos meus sonhos, o Laia da Pronovias (aquele da foto do post anterior). A Sí trabalha tanto com o 1º aluguel, como com 2º aluguel e com venda (fora de cogitação!).
Na minha opinião, a Belle, que fica em Pinheiros, é tão boa quanto a Sí (parece que elas são do mesmo dono). Aliás, até achei o atendimento da Belle mais personalizado do que o da Sí porque fui atendida o tempo todo pela gerente/estilista, que era um amor, e por 2 vendedoras.
Os vestidos para prova também estavam em perfeito estado e a sala com tablado e espelhos enormes também era privativa. Mas o estilo dos vestidos é completamente diferente: são mais clean que os espanhóis e privilegiam o uso do cetim à renda.
A Belle é representante da canadense Maggie Sottero no Brasil e tem vestidos belíssimos também. Na loja, também selecionei os vestidos por meio de um catálogo bem grande e experimentei mais ou menos uns 12 vestidos, inclusive um vestido que o No tinha visto em umas das minhas revistas e dito que gostaria de me ver com algo parecido no dia do nosso casamento.
Mas me apaixonei por outros 2 modelos. O 1º aluguel era um pouco mais acessível do que na Sí e a gerente negociava uns descontos e incluía o véu no preço. Gostei muito dessa loja porque a estilista me dava altas dicas e faria algumas alterações no modelo do vestido, caso eu achasse necessário.
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Nessas 2 lojas, todos os modelos dos catálogos estão disponíveis para prova em um tamanho único, normalmente o 42. Esses vestidos que ficam expostos na loja não são alugados. Eles são croquis para a noiva experimentar e visualizar como o vestido ficaria nela e, então, ter segurança para encomendar o modelo do vestido que ela mais gostar no seu tamanho. Isso é muito legal porque acaba nos tranquilizando. Leva mais ou menos de 3 a 6 meses para o vestido ficar pronto. Quando o vestido chegar à loja, a noiva faz mais ou menos duas provas para modelá-lo ao seu corpo. Na minha modesta opinião, de todas as lojas que visitei, só essas 2 lojas valeram a pena.
A La Novia, que fica na Vila Olímpia, também é representante da Pronovias e da San Patrick no Brasil, mas a loja é pequena e o provador privativo minúsculo. Os vestidos não estão tão bem conservados porque, no geral, são o 2º aluguel e, o atendimento, na minha opinião, deixou muito a desejar.
Além disso, eles têm poucos modelos na loja para provas. Lembro que quase todos os vestidos do catálogo que eu escolhia para provar não estavam na loja naquele momento. Eles trabalhavam mais com o 2º aluguel e os preços eram um pouco melhores do que nas 2 lojas anteriores.
A Tutti ficava no Tatuapé e não precisava marcar hora. Estranhei, mas, encarei porque eles também tinham vestidos da San Patrick (bem poucos diga-se de passagem). Na loja, me deparei com uma sala de provas pequena e que nem era privativa (éramos quatro noivas disputando um espelho não muito grande).
Além disso, quase todos os modelos eram tamanho 44 ou maiores e a vendedora não colocava nenhum alfinete no vestido para ajustá-lo ao meu corpo. Ela só segurava o vestido com as mãos e dizia: "olha, como fica lindo fica em você!". Eu não conseguia visualizar nada dentro daquele vestido enorme. Pensei: o que estou fazendo aqui?
Saí de lá antes que começasse a chover...
- Rua São Caetano -
Diante das fotos dos vestidos de noiva da Rua São Caetano que via nas revistas e das experiências anteriores em lojas mais bem localizadas, confesso que eu não queria muito ir lá não, mas minha mãe achou que seria importante aproveitar que já estávamos em São Paulo para conhecer a tão famosa "rua das noivas".
Fomos até lá, numa sexta-feira porque, no sábado, aquilo devia ser a própria visão do inferno. Chovia aquela famosa garoa de Sampa. Isso quase me fez desistir e ir embora. Afinal eu já sabia que não iria encontrar nada lá mesmo! Encarei porque já estávamos lá e porque minha mãe queria ir ao Mercado Municipal de São Paulo, que é ali do lado.
Quanto à rua em si, ela não é muito grande e confesso que tinha menos lojas do que eu imaginava. Os vestidos eram de um gosto duvidoso, em geral, daquele modelo "bolo de noiva", com uma medonha cauda removível, tecido do Paraguai e cheios de pedrarias. Na minha humilde opinião, eram feios e caros.
As lojas tinham a coragem de ALUGAR um vestido (e eu que achei que na "rua das noivas" eles vendessem os vestidos) por, no mínimo, R$ 2 mil. Os estilistas eram medonhos. As lojas eram mais rudimentares do que os vestidos. As vendedoras ficam te abordando na calçada e te perguntando o tempo todo: "para quando é o casamento?" Isso me estressou. Afinal, eu nem tinha entrado na loja dela por que ela queria ficar especulando quando seria o casamento?
Mas pior do que isso na minha opinião foi o que eles fizeram comigo em uma loja famosa, ali perto da São Caetano. Para mexer com a sua emoção, eles tentam te sensibilizar tocando a Marcha Nupcial quando você sai do provador para se olhar no espelho da loja e o estilista ainda de dá um buquê de flores artificiais e finge ser seu pai. Chorei, mas foi de ódio. Acho que eles não tem o direito de precipitar nossas emoções (que devem acontecer só no dia) para tentar empurrar o produto. É golpe baixo. Mas tem muita noiva que cai nessa...
- Fazendo um balanço -
Achei a experiência super válida e elucidativa, principalmente, por poder ver de perto e provar os vestidos espanhóis, minha verdadeira paixão. Mas, nessa viagem exploratória, não tomei nenhuma decisão porque o importante para mim era estudar todas as opções disponíveis.
P.S. Gente, se alguém quiser mais informações sobre essas lojas é só me mandar um e-mail (michele.rubio@gmail.com).
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Álbum de idéias
Material necessário:
- Comprei um álbum com 40 folhas e índices avulsos para separar os assuntos por tópicos (Vestido, Fotógrafo, Convites, Decoração da Igreja, Decoração do Salão, Buffet, Lista de Convidados, Bolo, Doces, etc);
- revistas de casamento (gostei da "Manequim Noivas", da "Vogue Noivas", do "Anuário de Noivas" da revista Caras e da revista de Brasília "Casamento Inesquecível", mas eu comprava todas que via pela frente se tivesse algum assunto interessante). Nenhuma das minhas revistas está inteira porque eu recorto tudo o que acho legal e coloco na pasta;
- internet para fuçar idéias originais em sites de casamento, de fotógrafos, de revistas, de cerimoniais, etc;
- material de divulgação com fotos (folhetos, revistinhas, flyers) dos fornecedores de serviços para casamentos que é distribuído em feiras de noivas. Achei muitas idéias legais assim, como a minha decoração da igreja, por exemplo.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
O vestido - Parte I

Só depois dessa intensa pesquisa, estava preparada para escolher o vestido que seria usado no dia mais especial da minha vida. Essa foi, sem dúvida, a parte mais emocionante e mais mágica da organização do casamento. Era a materialização de um sonho de menina.
Mas, antes de sair feito louca atrás do vestido dos meus sonhos, quis saber o que o No gostava e o que não gostava em um vestido de noivas. E se engana quem pensa que homem não tem opinião sobre isso. O meu de cara disse que não gostava daqueles vestidos rodados, do tipo princesa. Ufa, respirei aliviada!
Aí ele foi comigo em alguns ateliês para tirarmos a prova. As vendedoras quase caiam de costas quando viam o noivo - tinha de ficar explicando que ele só ia dar a opinião dele sobre o estilo do vestido e mais nada. Não ia mostrar o vestido definitivo (nem a foto e nem o desenho) de jeito nenhum, mas queria saber como ele gostaria de me ver nesse dia. Queria estar linda para ele. Queria ver o queixo dele caindo ao me ver entrar na igreja. Afinal não adiantaria nada eu me sentir linda e maravilhosa e não receber nenhum elogio do noivo, né?
Desde o começo, decidi que não queria mandar fazer o vestido porque não queria ter dor de cabeça, nem fazer 8 provas e nem correr o risco de o vestido não ficar do jeito que eu imaginava ou, pior ainda, ter um vestido que não me valorizasse. Queria encontrar o vestido dos meus sonhos pronto. Queria saber exatamente como ele ficaria em mim porque, quantas vezes, a gente vê um modelo maravilhoso na revista e manda fazer um igualzinho, aí quando fica pronto, percebemos que não ficou bem ou não valorizou muito nosso corpo. Por isso achava complicado mandar fazer um vestido tão especial quanto esse.
Para ilustrar, vou contar a historinha do vestido dessa foto. Simplesmente cai de amores por esse vestido assim que o vi no site de uma loja de São Paulo. Ele era do jeito que eu queria - simples e elegante. Decidi que queria me casar com ele, tanto que fui até a loja em São Paulo só para experimentá-lo. Quase chorei de emoção quando o vi (ele era lindo), mas, para a minha surpresa, não gostei de como ele ficou no corpo - não é que tenha ficado feio, mas não deu aquele tchan, entendem? Aí simplesmente perdi a vontade de me casar com ele. Já pensaram se eu tivesse mandado fazer o vestido?
Também não queria usar um vestido tomara-que-caia de jeito nenhum. Experimentei vários modelos lindos e com alças (como o da foto), mas era o tomara-que-caia que sempre acabava valorizavando mais o colo e me deixando mais elegante e menos magra. Não é a toa que 96% das noivas aparecem de tomara que caia no dia do casamento!
Essas experiências sacramentaram ainda mais minha decisão de comprar o vestido pronto. Claro que houve um momento em que quase desisti de encontrar o vestido do jeito que eu queria pronto. Algumas vezes, eu gostava do decote da frente, mas não gostava da saia. Outras vezes, gostava do decote nas costas, mas não gostava do tecido. And so on...
Aí, fui conversar com um estilista renomado de Brasília para analisar a possibilidade de confeccionar o vestido. Lá havia uma noiva experimentando seu vestido e ouvindo nossa conversa. Quando comentei que tinha medo de o vestido não ficar do jeito que eu esperava, a outra noiva (dentro do seu vestido dos sonhos diga-se de passagem) olhou para mim com aquela cara de "é assim mesmo". Naquela hora, coloquei uma pedra nas minhas dúvidas. Até experimentei um vestido muito bonito que tinha sido feito para o desfile do Fest Noivas e que nunca tinha sido alugado. Pensei: "se não encontrar nada, alugo esse". Mas eu também não queria alugar um vestido porque achava um desperdício de dinheiro para usar o vestido por um único dia e ter de devolver no dia seguinte.
Bem, capitalizei ao máximo as diversas possibilidades que eu tinha de ir a lugares diferentes atrás do meu vestido. Pesquisei em Brasília, em Rio Preto, em Dourados, em São Paulo e até em Madri. Deu trabalho, mas encontrei o vestido do jeito que eu imagiva - simples, mas muito elegante.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O Enxoval

domingo, 24 de agosto de 2008
Quem casa quer casa.

O processo foi muito tenso porque a gente precisava decidir rápido o que fazer pelas seguintes razões:
1ª - a valorização dos imóveis em Brasília de uma semana para outra é de perder os cabelos (então, quanto mais tempo a gente demorasse para decidir, mais caro teríamos de pagar pelo mesmo imóvel);
2ª - a procura por apartamentos na planta na capital federal é muito grande. Vende-se um prédio inteiro em menos de 2 meses (não é exagero meu não!). Depois só sobram os últimos andares, que são ainda mais caros;
Então, tratamos logo de estabelecer um budget para compra do nosso apê e de desistir de tudo que fosse grande, no Plano, lindo e espetacular. Pensando bem, a gente não precisa nem de 4 suítes e nem de uma varanda gourmet, né?
Reavaliamos nossas prioridades e decidimos comprar algo menor que coubesse no nosso bolso porque não queríamos ficar pagando o apartamento por 25 anos. Já pensaram como deve ser chato ter de pagar uma conta todo o mês por 25 anos? A gente estaria comemorando as bodas de prata e ainda pagando o apartamento.
Todos estão convidados para um suquinho assim que o apartamento ficar pronto!
quinta-feira, 31 de julho de 2008
A Data
Sofri muito com isso. Não sabia o que fazer. Até que meu futuro cerimonialista me contou uma história que mexeu bastante comigo. Ele relatou o episódio de um casal que havia morado muitos anos nos Estados Unidos e que quando voltaram para Dourados, cheios de doletas, resolveram fazer uma festa memorável para os amigos. Só que no dia do casamento, eles estavam super tristes e não curtiram nada porque os amigos deles que estavam nos EUA não puderam vir. Lembro direitinho do que ele me disse: "o casamento tem de ser para vocês (os noivos), tem de ter a cara de vocês, tem de ser um momento para vocês curtirem juntos." Lembro também do que minha mãe me disse: "Filha, vocês têm de fazer o que for melhor para vocês e as pessoas que gostam de vocês vão dar um jeito de estar presentes." (Olha, a indireta, gente!) O No também achou que teríamos mais tempo para organizar tudo se marcássemos o casamento para o segundo semestre de 2009. Depois disso, abril foi definitivamente descartado.
Bem, eu já sabia que esse negócio de morar em Brasília, o noivo morar em Rio Preto e casar em Dourados seria complicado mesmo porque não dava para marcar o casamento para qualquer dia já que muitos padrinhos e convidados precisariam viajar para Dourados! Então, precisávamos de uma data próxima a um feriado. Veio, daí, a idéia do dia 10/10/09, por ser o sábado que antecede a "semana do saco cheio". Além disso, outubro é primavera, a bela estação das flores. Quem sabe não economizo um pouco com a decoração, afinal as flores devem estar mais baratas nessa época do ano, né?
That's it! Até 10 de outubro de 2009. Espero todos em Dourados!
P.S. Não sou supersticiosa não, mas bem que seria interessante adiar o casório para 2010 - já pensaram: 10/10/10? ....Hehehe.... Alguém aí sabe o significado do número 10? Brincadeirinha... acho que já esperamos demais, né?
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