quarta-feira, 8 de julho de 2009

Hotel mais econômico


Para quem preferir uma opção de hospedagem mais econômica em Dourados, tem também o Hotel Alphaville (www.hotelalphaville.com.br). Em relação aos preços do Bahamas e do Alphonsus, a diferença não é muito grande para o quarto de casal (R$ 110,00), mas já o individual compensa (R$ 58,00). Só que ele não é tão bem localizado como os outros, mas fica próximo ao shopping.

Apesar disso, não deixa de ser mais uma opção! Fica aqui outra dica!

O ponto de referência (balãozinho A) é a Igreja Presbiteriana Central, local da cerimônia, e o balãozinho B, o Hotel Alphaville.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Como chegar em Dourados?

DE AVIÃO:
  • É só pegar um voo da GOL (www.voegol.com.br/), da TAM (www.tam.com.br) ou da Ocean Air (www.oceanair.com.br/) até Campo Grande, capital do MS. E depois seguir viagem (220 km) até Dourados de carro ou ônibus. Dá para alugar um carro no aeroporto mesmo, na Localiza (www.localiza.com/reservas), ou ainda pegar um ônibus da Expresso Queiroz (www.expressoqueiroz.com.br/). De carro, são 2hs de viagem até Dourados e de ônibus, 4hs.

  • A passagem de ônibus de Campo Grande para Dourados custa R$ 35,00 e o horário é de 1 em 1 hora (último horário - 20:00. Depois só - 01:00). Quanto às passagens aéreas, o preço normal de ida e volta, partindo de São Paulo ou de Brasília, é de R$ 400,00, mais ou menos. Em promoção, a gente consegue comprar por R$ 300,00 ou menos;

  • Horários de voos de Brasília para Campo Grande:

  • Quem estiver em Campinas ou região pode pegar um voo direto da TRIP (www.voetrip.com.br) até Dourados. Ele sai às 20:05 de Campinas e chega às 22:45 em Dourados. Sai por R$ 500,00 ida e volta. Quem estiver em São Paulo (Guarulhos), Curitiba, Salvador, Cuiabá, São José do Rio Preto, Rio de Janeiro, entre outras cidades, também pode pegar esse voo da TRIP para Dourados, só que cheio de escalas.

DE ÔNIBUS:

  • A família do No alugou um ônibus para levar os convidados para Dourados. O ônibus vai sair de São José do Rio Preto, no dia 30/10 (sexta-feira), após às 22:00, e chegar em Dourados, no dia 31/10, de manhã. São 720 Km de viagem. Ida e volta com traslado na cidade incluído sai por R$ 125,00 por pessoa. Ainda há lugares vagos. Quem se interessar pode falar comigo ou com o No (nodeci@gmail.com). Mesmo quem não mora em Rio Preto, pode pegar um voo até lá e daí pegar esse ônibus. É uma outra opção para deixá-los na porta do hotel em Dourados;

  • Já o ônibus de linha convencional que vai direto para Dourados, tanto partindo de São Paulo (13hs de viagem) quanto de Brasília (24hs de viagem), é a Viação Motta (www.motta.com.br). Os ônibus em geral são novos. De São Paulo para Dourados é rápido e tem leito, mas de Brasília demora muito e só tem o ônibus convencional.

DE CARRO:

  • São Paulo-Dourados = 1013km = 13hs = BR 374 (Rod. Castelo Branco)

  • São José do Rio Preto-Dourados = 729km = 09hs = Rod. Assis Chateabriand e BR 267

  • Brasília-Dourados = 1377km = 17hs = BR 153 (Rod. Transbrasiliana)

Quem quiser aproveitar a viagem também para conhecer Bonito ou fazer compras no Paraguay (vejam o post http://michele-nodeci.blogspot.com/2009/01/mais-razes-para-visitar-dourados.html), ir de carro me parece a melhor opção. A viagem é um pouco cansativa porque é um pouco longe, mas nem tanto assim. Se forem 2 motoristas ou mais, dá para revezar a direção e descansar enquanto o outro dirige. Quem vier de Brasília pela BR 153 e estiver cansado, pode optar por dormir no Hotel Ibis, em Rio Preto, que fica na metade do caminho.

O melhor caminho para todos é por Presidente Prudente-SP. De lá para Dourados são mais 5hs de viagem. Sigam até Presidente Epitácio, na divisa do Estado de SP com MS. Vocês vão passar pela ponte sobre o Rio Paraná. Depois, dirijam como quem vai para Campo Grande. Mas quando chegar no trevo de Nova Alvorada do Sul, entrem à esquerda e sigam as placas sentido Rio Brilhante e Dourados. Desse ponto, falta apenas 1h de viagem até Dourados.

De Brasília, o caminho mais curto (1200km) e mais rápido (16hs de viagem) é pela BR 060, passando por Goiânia, Rio Verde e Campo Grande. Eu nunca fiz essa rota pela rodovia porque a estrada, em alguns pontos, parece não estar lá muito boa. Mas conheço muito gente que só faz esse caminho.

Gente, usem a ferramenta "Como chegar" do Google Maps para ninguém se perder nessas rodovias da vida: http://maps.google.com.br

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Salões de beleza em Dourados

Atenção, mulherada que não se dá muito bem com escova, secador, grampos, spray, bases, sombras e blushes!

Quem não quiser se arriscar numa produção caseira e preferir se empetecar para o casamento nas mãos de um profissional, coloco aqui recomendações de salões de beleza em Dourados:


- Espelho Meu Clínica de Beleza
Endereço: Rua Major Capilé, 2195
Fone: (67) 3421 - 7707
e-mail:
espelhomeudourados@hotmail.com

Meu comentário: Super recomendado. Fica perto do Hotel Bahamas (2 quadras). Preços um pouco salgados.



- Diva Cabeleireira
Endereço: Rua Ciro Mello, 1894
Fone: (67) 3421 – 9223

Meu comentário: Um bom salão. Higiênico. Um pouquinho mais longe do Bahamas (4 quadras). Preços um pouco menos salgados, mas não muito.



- Vandré Cabeleireiro
Endereço: Rua Dr. Nelson de Araújo, 73
Fone: (67) 3422 – 4838
e-mail: vandrenunes7@yahoo.com.br

Meu comentário: Pessoalmente não conheço, mas foi recomendado pelo meu cerimonialista que conhece tudo. Então, dá para confiar. Um pouco mais longe da região dos hotéis.


P.S. O ponto de referência (balãozinho A) é o Hotel Bahamas e o B indica o salão em questão.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Hotéis em Dourados

Gente, como vocês já sabem, Dourados fica no sul do Mato Grosso do SULLL e não é nenhuma cidade grande (tem cerca de 180 mil habitantes), mas é a 2ª maior cidade do Estado.

Ela foi toda planejada com ruas e quadras retinhas e quadradinhas, como dá para ver no mapa. Então, ninguém vai se perder por lá já que praticamente todos os caminhos levam a Roma.

Nesse mapa da cidade, dá para visualizar todo o trajeto a ser percorrido no dia do casamento: dos hotéis sugeridos à igreja e da igreja à recepção (balãozinho C no mapa). Moleza, né? Não esqueçam de imprimir (clique no mapa para ampliar a imagem) ...

A Igreja Presbiteriana Central (balãozinho B no mapa), onde será realizada a cerimônia religiosa, fica no centro da cidade, na principal avenida de Dourados, a Av. Marcelino Pires.

Dourados é aquela típica cidade de interior, em que tudo gira em torno de uma rua principal (pelo menos já passou da fase da praça, né?). Ah, tem também um shopping, que está mais para uma galeria, mas já é um progresso. Ele fica ao lado da rodoviária da cidade, um pouco afastado do centro, mas são só 3 minutinhos de carro.

Está em construção uma unidade do Hotel Ibis ao lado do shopping, mas não acredito que estará pronta até o casamento

Então, para ficarem bem localizados, como opções de hospedagem, sugerimos os dois melhores hotéis da cidade, que estão a apenas 3 quadras da igreja. Nos 2 hotéis, é possível fazer reservas pela internet. There we go:

- Bahamas Hotel (balãozinho A no mapa)
Endereço: Rua João Cândido Câmara, 750
Fone: (67) 3411 - 3411
Site:
www.bahamashotel.com.br

- Alphonsus Hotel (balãozinho D no mapa)
Endereço: Rua Presidente Vargas, 591
Fone: (67) 3422 – 5211
Site:
www.alphonsushotel.com.br

O Bahamas fica a 2 quadras do centro e o Alphonsus, a meia quadra. Apesar da proximidade com o centro, essa parte da cidade é bastante tranquila à noite. Durante o dia, no horário comercial, tem um pouquinho mais de movimento, mas nada frenético.

Perto dos 2 hotéis há restaurantes, salões de beleza, farmácia e comércio. Tudo o que vocês precisarem tem por ali. Um dos melhores restaurantes, o Kikão, e salões de beleza, o Espelho Meu, ficam praticamente encostados no Bahamas.

Os 2 hotéis são novos porque passaram por uma reforma geral recentemente. Os quartos são limpos, arrejados e modernos. As áreas comuns não são suntuosas, mas são bem legais. Nunca provei o café-da-manhã, mas pelas fotos, parece muito bom e diversificado.

O Bahamas é mais bem cotado e recomendado (tanto que vamos passar a noite de núpcias lá), mas o Alphonsus também já foi considerado o melhor hotel da cidade (tá certo que isso já faz um tempinho).

Acho que agora vocês estão bem orientados, mas qualquer dúvida, é só me mandar um e-mail: michele.rubio@gmail.com

Não deixem para fazer as reservas na última hora, OK? Não quero desculpas de que não deu para ir porque os hotéis estavam lotados!!!!!!! Não substimem a "Grande Dourados"!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O civil


Gente, achei que casar no civil fosse mais fácil, mas é bem mais complicado do que eu havia imaginado. Claro que o nosso caso é bem mais complexo porque eu moro em Brasília, o No em Rio Preto, o casamento será em Dourados e o pastor celebrante, que é tio do No, é de Rio Preto. É um tal de pega certidão daqui, publica edital ali, manda estatuto da igreja pra lá, habilita celebrante acolá... Nem vou tentar explicar... Ainda bem que o No está tomando a frente disso.

Difícil também foi encontrar minha certidão de nascimento original (a cópia não servia). Revirei o apartamento inteiro e não encontrei. Ainda bem que meu pai perguntou: "será que não está junto com a sua carteira de trabalho?" Respondi: "claro que não, pai." Não é que a danada estava lá mesmo! Não sei como foi parar ali.

De posse de todos os documentos originais (certidão de nascimento, RG e CPF) e comprovamente de residência, demos entrada no processo de habilitação no cartório de registro civil de Rio Preto. Com a emissão da certidão de habilitação (nem me lembro se o nome é esse mesmo), que leva uns 40 dias para ficar pronta, poderemos nos casar em qualquer lugar do Brasil.

Decidimos, então, fazer o religioso com efeito civil durante a cerimônia em Dourados mesmo. Assim, economizamos com mais fotos, músicos, almoço, novas roupas e deslocamentos da família que seriam necessários caso o civil fosse em Rio Preto.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Mil looks de noiva!!!!

Quer brincar de noiva por um dia? Então, se divirta com o simulador de maquiagem do site www.marykay.com.br/vmo.html

Nossa, é muito legal. Dá para criar mil looks de noiva diferentes. É o melhor e mais completo da categoria que eu já vi. A gente escolhe a maquiagem, o véu, o penteado, a cor do cabelo, os brincos, etc. Faz mil combinações diferentes e acaba descobrindo o que fica legal e o que não fica. Eu adorei. Me diverti à bessa!!!!

Vejam agora os resultados. E aí, qual vocês preferem? À la Vanessa Carmargo, Maya, Anne Hathaway em Diário da Princesa, Sarah Jessica Parker, etc...

Fica aqui a dica para quem quiser experimentar... Madrinhas, essa ferramenta também serve para vocês. Me mandem os looks de vocês...

César, você precisa mostrar isso para as suas clientes!!!!!

Extra, Extra!!!!

Gente, o meu sapatinho saiu na revista "Manequim Noivas" de outono!!!!!

Vejam só! Tô ficando xique, hein????

quinta-feira, 25 de junho de 2009

To have or not to have "noivinhos"?

Eis a questão! No começo, queríamos os noivinhos de biscuit para colocar no topo do bolo. Pensamos em personalizá-los com uma bike, 2ª paixão do No, porque a 1ª sou eu, claro. Com o passar do tempo, já não tinha mais certeza se realmente queria os noivinhos.

Quanto mais procurava, mais desestimulada eu ficava com o que via. Vi cada carinha de noivinho bizarra por aí. Tinha um casalzinho que mais parecia a Família Adams. Outros tinham cara de bolacha. Tinha também uns que eram uma caricatura do casal, aí ficava aquela carona enorme.

Morria de medo de encomendar os noivinhos e depois não gostar da carinha deles. Já estava quase batendo o martelo pelo NÃO. Ia colocar um arranjo de flores no topo do bolo mesmo e ponto.

Sem querer, navegando num outro blog de casamento, encontrei a Belle Bellica (www.flickr.com/photos/bellebellica), que faz estes noivinhos fofuchos em madeira.

Amei! Na hora, decidi: só se forem esses! A blogueira já avisava que era preciso encomendar com muita antecedência porque os pedidos eram muitos. Pensei: sem problemas, temos tempo, ainda faltam 5 meses para o casamento.


Mais que depressa, mandei um e-mail para reservar a data, mas ela logo respondeu dizendo que não tinha mais como aceitar encomendas. Puxa, fiquei tão triste! Sem muitas esperanças, resolvi mandar um último e-mail pedindo para ela entrar em contato caso alguém desistisse porque gostaria muito que ela fizesse nossos noivinhos.

Umas 2 semanas depois, ela escreveu, dizendo que tinha aquele fim-de-semana livre e que poderia fazer nossos noivinhos, se eu tivesse em mãos fotos nossas, do vestido, do buquê e informações sobre o terno do noivo. Fiquei tão feliz. Corri e liguei para o No para saber o que ele achava. Ele disse que confiava em mim e que era para eu decidir. Minha mãe, a Day e o Márcio também tinham aprovado.

Negócio fechado. Deu tudo certo. Eles chegaram hoje aqui em Brasília. Ficaram tão lindinhos!!!!!!!!!!!! Amei, Belle. Obrigada!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O Convite

Nossa, como o tempo passou rápido! Faltam apenas 4 meses para o casamento. Não vejo a hora de outubro chegar logo. Os nervos até já estão dando os primeiros sinais.

Toda essa lenga-lenga é só para dizer que o casamento já está batendo às portas, mas nós ainda não fechamos os convites. Pois é, acreditem, nesse terreno, as coisas andam meio devagar mesmo. Nem parece a mesma noiva dos posts anteriores, né?

Podem dizer que ando enrolando há um tempão. Tô mesmo! Para falar a verdade, não gostamos de nada até agora. Não que os convites sejam feios, muito pelo contrário, há coisas lindas, mas nada que chamasse nossa atenção e nos fizesse dizer convictos: é esse!

Pelo menos para mim, esse negócio de escolher o convite tem sido muito chato. Não vi graça nenhuma nessa etapa da organização do casamento. Mas tem de escolher um, né?

Mas não foi só isso não. Tinha também a bendita lista de convidados que não ficava pronta nunca graças a minha mãe e ao No. Sem a lista não dava para saber quantos convites encomendar. Eles enrolaram o quanto puderam. Se bem que minha mãe ainda está me enrolando. Mas esse já é outro drama.

Como não dá mais para empurrar com a barriga porque muitos convites tem de ir para o exterior e temos de aproveitar as próximas idas às 3 cidades para fazer as entregas, espero que consiga por um ponto final nessa saga ainda nesse fim-de-semana.

Bem, como já fomos a muitas gráficas, vimos zilhões de modelos em sites, mas o sininho não tocou, resolvemos ficar no tradicional mesmo. Pelo menos assim a gente não erra e nem se arrepende, no futuro, de uma escolha precipitada que a gente possa achar brega com o tempo.

Para falar a verdade, já escolhemos o modelo do convite (também não tinha muito o que escolher dentre as opções clássicas, né?). Vai ser um convite branco clássico mesmo, em papel importado aspen, só que com um detalhe que remete à decoração da festa.

Definimos também que a gráfica B Relevo de Brasília, recomendação da minha amiga Helô que também encomendou seus convites lá, ficará encarregada de confeccioná-los. Achamos o trabalho da gráfica de qualidade e os preços excelentes.

Juntamente com os convites, quem não é de Dourados receberá também um guia com sugestões de hotéis e salões de beleza locais para facilitar as reservas e os agendamentos. Ah, incluíremos ainda um mapa da cidade com a localização dos hotéis, da igreja e do salão de festas. Esperamos, assim, facilitar a ida de todos para o casamento.

Prometo também futuramente publicar essas informações aqui no blog, inclusive sobre como chegar em Dourados de avião, ônibus e carro.

Contamos com a presença de todos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Como sobrescritar os convites???


Estou preparando a lista dos convidados para mandar fazer os convites e me deparei com esse dilema. Well, "a regra é clara":
  • Se o casal é casado e tem o mesmo sobrenome, escreve-se Sr. e Sra. Fulano de Tal;
  • Se for convidar toda a família, deve-se escrever Sr. Fulano de Tal e Família;
  • Se o convidado é solteiro, deve-se escrever o nome completo;
  • Se o casal é casado, mas a mulher não adotou o sobrenome do marido, escreve-se Fulano de Tal e Beltrana de Tal;
  • Se o casal vive junto mas não é casado, deve se escrever o nome completo dos dois em linhas diferentes e sem a conjunção "e";
  • No caso de casais homossexuais, vale a regra dos casais que vivem juntos mas não são casados.

Ah, e não se pode esquecer que o nome do marido deve sempre vir antes do da mulher.

Muito bem! Mas vocês percebem o absurdo dessas regras? Como, em pelo século XXI, devo omitir o nome das minhas amigas casadas que adotaram o sobrenome dos maridos no meu convite de casamento? Além do mais, por quê o nome dos maridos das minhas amigas, em geral pessoas que eu mal conheço, deve vir antes dos nomes das pessoas que são de fato especiais para mim?

Antes que me acusem de levantar a bandeira feminista, gostaria de deixar claro que minha opinião não está fundamentada nessa causa, prova disso é que vou adotar o sobrenome do No depois de casada, mas no fato de regras como essas ditarem um comportamento exclusivo ao determinar que eu não deva citar, no convite, o nome das minhas amigas, que são, na verdade, as pessoas que eu quero de fato convidar.

Além do mais, sou totalmente contra o "Sr. e Sra. Fulano de Tal" simplesmente porque esse tipo de endereçamento não individualiza e nem caracteriza a mulher. Daí que ela pode ser qualquer uma. Um exemplo muito claro disso é a Sra. Brad Pitt. Perceberam? Quem é a Sra. Brad Pitt? Dependendo do lapso temporal tanto pode ser a Angelina Jolie como a Jennifer Aniston.

Como vou mandar um convite endereçado ao "Fulano de Tal" que eu nunca vi na vida?

Não tenho nada contra regras de etiqueta, muito pelo contrário, acho que elas existem para facilitar nossa vida. Mas também acho que está na hora delas evoluirem um pouco e refletirem a estrutura da família moderna.

Também quero deixar claro que não estou pregando a informalidade no endereçamento dos convites e sugerindo a forma "Pedro e Maria". Não quero abolir os sobrenomes dos convites porque acho que o casamento exige certo grau de formalidade. Mas será que dá para ser formal sem ser patriarcal?

Será que estaria espezinhando demais a etiqueta se escrevesse:

  • Pedro e Maria da Silva, no caso das amigas que adotaram o sobrenome do marido?
  • Maria da Silva e Família, no caso dela ter filhos e eu não conhecer o digníssimo?
  • Maria da Silva e Pedro de Souza, no caso da minha afinidade ser maior com ela?

Ainda não sei bem o que fazer. Uma saída poderia ser escrever o nome de todo mundo completo no convite e ponto. Em qual ordem? Ainda não me decidi. Mas omitir o nome das minhas amigas, isso JAMAIS!!!!!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Compras em Barcelona


Semana retrasada, embarquei para Barcelona, a trabalho, feliz da vida com a oportunidade e cheia de ideias e listinhas, planejando o que trazer de lá que ainda estava faltando definir. Na Europa, como os dias são longos no verão (o sol se põe por volta das 21:00) e as lojas ficam abertas até às 22:00, depois do trabalho, pude aproveitar para fazer minhas sonhadas comprinhas no famoso "Paseo de Gracia", ali ao lado do meu hotel.

O primeiro item da minha lista era o tal "can can" espanhol, um tipo de saiote muito leve com uma armação de ferro na barra para usar debaixo do vestido e dar um movimento bonito ao andar da noiva, que eu não encontrei por aqui. Ano passado, na Pronovias, dei bobeira e acabei não comprando porque pensei que encontraria algo similar e bem mais barato no Brasil. Ledo engano! Tarde demais, percebi que ninguém aqui sabia exatamente do que se tratava e que o preço para mandar fazer ficaria bem mais alto do que eu havia imaginado. Ainda bem que tive essa segunda chance...

Outro item importante da minha lista era definir o presente das madrinhas. Eu andava com dificuldades para escolher o presente e essa minha indecisão já estava me deixando de cabeça quente. Mil ideias passavam pela minha cabeça sem nenhuma definição. Queria fugir dos tradicionais bombons e bem-casados. Queria algo diferente, com um toque mais pessoal, mas que agradasse a todas. Finalmente, encontrei o que estava procurando lá! Mas, claro, é surpresa....

Aproveitei também para incrementar meu enxoval de lingeries e pijamas e comprar algumas roupinhas para a lua-de-mel nas maravilhosas lojas de departamento européias. Me esbaldei nas minhas preferidas Mango, H&M, Bershka, Zara, Intimissimi e Oysho, que vendem produtos muito legais a preços incríveis.

Numa dessas lojas, acabei descobrindo, da pior maneira possível, que Barcelona não é apenas Gaudí (vejam a foto da Sagrada Família), é também sinônimo de "gatunos" por todos os lados.

Gente, nunca me roubaram assim no Brasil, nem nos piores becos de São Paulo, mas tive a "honra" de ter minha querida Sony Touch Screen subtraída de forma imperceptível dentro de uma loja, num shopping, na Europa. Fiquei chocada! Me senti violada! Chorei por 50 minutos sem parar. Tentaram me consolar, dizendo: "graças a Deus que não foi nada pior com facas ou armas, né?" OK, sei que podia ter sido pior. Mas sem essa de que assalto no "primeiro mundo" são outros quinhetos, tá? Isso (de ser roubada dentro do shopping) nunca teria me acontecido aqui no Brasil.

Apesar desse triste episódio na minha viagem, voltei feliz e cheia de histórias, experiências, compras e fotos (tiradas com a nova câmera que as circunstâncias me obrigaram a comprar).

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Para animar a festa...


First of all, sem essa de que não precisa de música para animar uma festa de casamento.

Até os mais ortodoxos como meu pai e minha mãe concordam que, sem boa música, os convidados fazem igual cachorro magro e vão embora logo depois que o jantar é servido. Não dá para gastar um dinheirão na festa para ela durar no máximo 3 horas, né?

Como a gente não quer que isso aconteça de jeito nenhum, quer que a festa seja animada e quer que todos curtam muito nossa festa, vai ter música sim, Senhor.

Mais e aí: Banda ou DJ?

Nós preferimos o DJ porque ele é mais flexível, tem um repertório mais amplo, toca durante toda a festa sem pausa, não tem hora para ir embora, sabe o que e quando tocar e sai bem mais em conta do que uma banda-show bacana.

Agora só falta definir qual será o repertório com o DJ Luciano. Confesso que, no começo, eu e o No pensamos em ser bastante rígidos e vetar alguns tipos de música que a gente não gostava, like funk, pagode e sertanejo. Numa conversa com o nosso experiente DJ, saímos convencidos de que engessar os ritmos não seria uma boa estratégia para garantir o alta-astral na pista. Afinal, tem gosto para tudo, né?

Mas calma: a gente não vai liberar geral não. Só que ao invés de proibir algum tipo de ritmo, a gente decidiu vetar apenas aquelas músicas mais apelativas, tipo "Na boca da garrafa", o "Créu", etc.

Bem, sugestões de músicas In e OUT são muito bem-vindas. A Day já tem uma lista enorme...

Ainda para garantir a animação geral da pista, comprei um kit de adereços bem bacana em São Paulo, na Multepocas (www.multepocas.com.br), que tem preços muito melhores do que a concorrência porque os kits já vem prontos. Tem que ter!!!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Forminhas: para quê a gente precisa de forminhas?


1º - Para colocar os doces (óbvio);
2º - Para decorar a mesa de doces;
3º - Para estourar nosso orçamento;
4º - Para mais nada porque vai tudo para o lixo no fim da festa.

Com a organização do casamento, a gente descobre que precisa de cada coisa... Tá certo, fica simplesmente um sonho decorar a mesa de doces com essas forminhas de tecido em forma de flor, vocês não acham?

Fica lindo mesmo! Mas fiquei chocada ao saber que cada uma dessas forminhas custa o mesmo que o doce que vai dentro dela e, dependendo do modelo, pode ser ainda mais cara. Cada bombom em Dourados custa em média R$ 1,00, assim como as forminhas. Dá para acreditar que a embalagem custe o mesmo ou até mais que o conteúdo? Um desperdício!!! Não faz sentido!!!!!!

Minha mãe já foi logo racionalizando: "filha, é muito melhor a gente fazer mais doces do que gastar com essas forminhas". Apesar de concordar que os preços eram um absurdo, relutei em abandonar a ideia de decorar a mesa de doces com elas porque não imaginava nenhum substituto à altura.

Então, o Márcio, meu cerimonialista, sugeriu mesclar forminhas de tecido com forminhas de papel quadradinhas (bem mais baratas e vendidas por cento), que tem sido muito usadas em casamentos para dar um toque moderno à decoração e aliviar os custos.

No começo, achei estranha a ideia e pensei que não ficaria legal misturar as forminhas. Pesquisando em revistas de decoração, sites e outros casamentos, vi muitas mesas de doces decoradas nesse estilo e gostei do resultado, bonito e mais econômico.

Nessa viagem a São Paulo, aproveitei para dar um pulinho na famosa e barateira Matsumoto (www.kfw.com.br), que fica uma quadra para baixo da 25 de março, e comprar as forminhas de tecido. Encontrei vários tipos de flores lindas a preços muito bons. Mas atenção: é preciso separar o joio do trigo! Algumas forminhas são tão minúsculas que nem cabe o doce dentro (alerta de muitas doceiras).

A Day e eu tivemos de voltar carregadas para Brasília, mas a economia valeu a pena.

P.S. Esse lisianto da foto é da D'Flor de Brasília e custa R$ 1,80 a unidade.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

"Diamonds are a girls's best friend"

No começo, sonhei em ganhar os brincos de presente de alguém especial (tipo o noivo, a mãe, o pai...), mas logo desisti dessa idea porque corria o risco de ganhar algo que não combinaria com o meu vestido ou, pior ainda, poderia não ganhar nada.

Para não enfrentar frustação de espécie alguma, eu mesma fui atrás dos brincos que usaria no dia do casamento. Afinal, somos mulheres financeiramente independentes e podemos comprar nossas próprias joias, não é mesmo? A Samantha levantou essa bandeira no filme "Sex and the city" (lembram do leilão do anel?).

Acabei dando muita importância para esse item porque queria usar, no momento mais importante da minha vida, uma joia especial, algo para passar de geração em geração. Idealizei um brinco em ouro branco (nada muito grande porque só uso brincos pequenos) com pérolas, que tem tudo a ver com noivas, e brilhantes, porque "diamonds are a girls's best friend".

Não que eu seja daquele tipo que só usa Joias com "J" maiúsculo (só tenho uma meia dúzia e nada muito caro), mas também não sou lá fã de bijuterias. Não que eu tenha algo contra bijus&noivas, mas de que adianta gastar uma fortuna no vestido e economizar nos acessórios? Nem combina, né? Para mim, esse é um momento muito importante para usar uma bijuteria qualquer emprestada pelo cabeleireiro ou estilista. Mas cada uma com seus valores e frescuras, né? Eu sou mesmo uma frescura ambulante, como o No vive dizendo!

A verdade é que achar os brincos foi um parto. Minha mãe e minha irmã não aguentavam mais ficar de joalheria em joalheria. Foi tão difícil encontrar um par de brincos como eu queria que até pensei em mandar confeccioná-los, mas tinha medo de depois não gostar. Pesquisei modelos de brincos nos sites das maravilhosas Tiffany (www.tiffany.com - esses da foto são de lá), Drysun (www.dryzun.com.br/) H Stern (www.hstern.com.br), Vivara (www.vivara.com.br) e Carla Amorim (www.carlaamorim.com), mas não encontrei nada como eu queria.

Em Rio Preto, um dia fui com o No ao shopping e vi um brinco bem do jeito que eu queria na vitrine da Constantine (a mesma das alianças). Experimentei, amei, mas não quis comprar nada num rompante sem procurar mais. Mas o brinco não saia da minha cabeça.

Quando voltei a Rio Preto, fui decidida a comprar aquele brinco, mas morrendo de medo de já terem vendido o bendito. Graças a Deus, ele ficou lá só me esperando porque era para ser meu mesmo. Negociei um bom desconto à vista e me dei esse presente.

Agora eu quero uma pulseira que vi na Vivara para combinar com o brinco mas, como ando meio desfalcanda, estou vendo o preço para fazer uma cópia com o pai de uma amiga. Dependendo do preço, quem sabe....

Falando em joias, vou contar essa historinha só para vocês não pagarem o mesmo mico que eu. Quando estava em Nova Iorque, visitando a Nan, resolvi entrar na Tiffany e me sentir a própria Audrey Hepburn. Vi um brinco lindo de platina e perguntei quanto custava para a vendedora. Quando ela me disse o preço, quase cai de costas e respondi: mas nem é de ouro! Fiquei inconformada porque a maioria das joias da loja eram de platina e não de ouro branco. Pensei: mas que coisa! Uma loja tão famosa e requintada... Esses tempos, pesquisando brincos para o casamento, descobri que a platina é mais rara, pura, e, por isso, mais cara do que o ouro. Vocês sabiam dessa?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sapatos de Cinderela



Os sapatos foram amor à primeira vista. Folhando uma revista de noivas, encontrei os sapatos que eu queria num anúncio de loja de sapatos para noivas de São Paulo.

Procurei aqui em Brasília, em Rio Preto, em Dourados, mas não encontrei nada na cor off-white (um tipo de branco meio amarelado), que na Espanha eles chamam de "blanco natural".

Também não achei nada como eu queria: algo que não fosse totalmente fechado (coitados dos meus dedos) e nem aberto (dedinhos aparecendo debaixo do vestido são um horror). Portanto, nada de escarpim ou sandália.

Aproveitei uma viagem de trabalho a São Paulo para dar um pulinho na loja do tal sapato dos meus sonhos, a Durval Calçados (www.durvalcalcados.com.br), também uma recomendação da minha amiga e madrinha Maria, que comprou seus sapatos lá.

A loja é ótima porque tem muitos modelos de sapatos para noivas, mas muitos mesmos (tipo uns 30, sei lá), muito acima da média das lojas comuns, que tem no máximo uns 5 modelos. Difícil não gostar de algum! O diferencial da loja é que os modelos são vendidos em diferentes tamanhos de salto, ou seja, você pode escolher um determinado modelo com salto 3, 5, 7 ou 9, e em diferentes cores (branco, off-white, bege, prata). O melhor de tudo: preços excelentes!

Entrei na loja e comprei o tal sapato na cor off-white. A Day disse que nunca me viu decidir algo tão rápido assim.

Escolhi o modelo no salto 7 por causa da barra do vestido que já está feita para essa medida, do noivo que não é muito mais alto do que eu (acho horrível quando o noivo fica menor do que a noiva nas fotos) e em nome da elegância (um salto sempre nos dá mais postura) e do conforto (alto demais é de matar e a gente acaba a festa descalça). Assim, eu fico até o fim da festa sem descer do salto....

Mesmo não sendo de São Paulo, achei o acesso à loja super fácil porque fica no Shopping Metrô Tatuapé (é só descer na estação Tatuapé que a gente está praticamente dentro do shopping). Apesar da localização não ser lá das melhores (a Day, minha fiel escudeira, reclamou à bessa), acho que vale muito a pena. Mas dá para comprar pela internet também.

Já que, debaixo do vestido, ninguém vai mesmo ver o sapato no dia do casamento, não vi problema em postar aqui no blog a foto do meu "sapatinho de cristal". Só assim para todo mundo vê-lo, né?!!!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Transformação...


O look da noiva pode ser tudo: tudo de bom ou tudo de ruim. De nada adianta um vestido maravilhoso, se o penteado e a maquiagem não estiverem em harmonia com o conjunto. Como nós, noivas, seremos o centro de todas as atenções, precisamos estar lindas da cabeça aos pés.

Para nos sentirmos seguras, acho importante escolher um profissional da nossa inteira confiança. Ainda bem que posso contar com o César (www.hairclub.wordpress.com), meu cabeleireiro de Rio Preto há anos, que aceitou viajar até Dourados para me arrumar nesse dia tão especial. Não confio minhas madeixas e o meu rostinho a mais ninguém. E ainda por cima, ele é diversão na certa, outro bom remédio contra a ansiedade do dia.

Como vou sempre a Rio Preto, aproveito as viagens para dar um trato na juba e fazer os testes de cabelo e maquiagem, tão fundamentais para encontrar o look perfeito para o grande dia. O César é ótimo porque ele faz tantas provas quantas forem necessárias e não apenas 1 como já vi por aí (coitada da noiva que resolver mudar de ideia depois).

Sei que em Dourados há excelentes profissionais, mas, como sou muito ansiosa, não conseguiria ficar tranquila nas mãos de um profissional que eu mal conhecesse, num momento em que meus nervos estarão à flor da pele.

Também nunca tive vontade de passar o dia todo na muvuca de um salão no tal "dia da noiva", fazendo massagens, máscaras, banhos, por isso o César vai me arrumar no quarto do hotel mesmo.

Noiva também tem de se cuidar porque não adianta achar que maquiagem dá jeito em tudo no dia. Não custa fazer uma limpeza de pele, um peeling, hidratar o cabelo, fazer as sobrancelhas com um bom profissional, passar uns creminhos no rosto todos os dias, fazer um clareamento nos dentes, parar de roer as unhas, fazer um banho de lua antes do casamento (noiva com os pelos do braço pretos é de assustar e estragar as fotos), se exercitar um pouquinho, fazer uma drenagem linfática para se livrar da maldita celulite e tudo o mais que a gente achar que tem direito. Já tô nessa ...


P.S. César, obrigada por ter aceito o meu convite!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O Buffet

Em primeiro lugar, eu e minha mãe não queríamos um cardápio sofisticado demais, com pratos de nomes complicados que ninguém sabe exatamente do que se trata. Além disso, como se trata da parte mais cara do casamento e meu sobremone não é Onassis, não daria para servir caviar e lagosta. Mas também não queríamos aquele cardápio de casamento batido que todo mundo já tá enjoado de ver e comer, como o tal "filé ao molho madeira".

Então, escolhemos pratos apreciados por todos com um algo a mais só que sem frescuras. E tem comida para todos os gostos: peixe para os que não comem carne vermelha, massa e saladas para os vegetarianos como eu, carne para os carnívoros como minha irmã, coquetel volante para os que preferem só ficar mordiscando e arroz e batata palha para a criançada. E ainda tem uma saborosa sobremesa que foi sugestão, na verdade, quase uma imposição da Day. Do buffet, só exigimos que a comida seja farta, bem servida e quentinha. Não vou revelar mais detalhes do cardápio para não deixá-los com água na boca... hehehe...

Para que não haja dúvidas quanto à composição de cada prato e do recheio das entradas, em todas as mesas, haverá um menu impresso do que será servido durante a festa para facilitar a vida dos garçons, que não terão de ficar explicando o que é cada prato, e a dos convidados, que não precisarão ficar perguntando e nem tentando entender o que o garçon respondeu baixinho (ai como eu odeio isso).

Como todo mundo vive falando que o casamento deve ter a cara dos noivos, confesso que tive vontade de elaborar um cardápio "meat free" já que eu não como carne e o No come muito pouco, mas meus pais e minha irmã gritaram, espernearam e não deixaram, frustrando assim meu maquiavélico plano intitulado "A vingança dos vegetarianos". Hehehe... Já pensaram? Mas que seria a nossa cara isso seria!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A Decoração


Eu e minha mãe estamos simplesmente adorando planejar a decoração do casamento.

Eu passo horas vendo revistas e sites de decoração em busca de idéias interessantes e originais. Tanta disposição e tempo livre resultaram numa pilha de recortes e fotos de arranjos, buquês, mesas de bolo, porta-guardanapos, mesa de chá, bem-casados, etc., que servirão de ponto de partida para a definição do projeto de decoração com o Silvano (Ophicina de Decorações), meu decorador.

Como a decoração é responsável pelo cenário que envolve as fotos, quero que tudo fique simplesmente perfeito (vejam o post sobre o fotógrafo). Os decoradores sabem disso e enfiam a faca sem dó alguma. Por isso, durante a negociação, nem adianta argumentar que é muito dinheiro para gastar com flores que vão morrer no dia seguinte porque eles não vão baixar o preço mesmo.

Essa é uma das partes mais caras da festa e, por isso, acho que todo o cuidado é pouco e que a gente tem de ficar em cima e ser muito exigente. É preciso pesquisar para entender de flores, iluminação, custos e fazer escolhas acertadas.

Além de ser gostoso cuidar desse assunto, a gente aprende coisa à bessa sobre decoração. Antes de começar a organizar o casamento, por exemplo, eu só conhecia uma dúzia de flores, agora acho que conheço quase todas, assim como as variações de cores de cada flor.

Outra coisa que eu não sabia é que a iluminação decorativa também é fundamental para valorizar a beleza dos arranjos, das flores e de todo o trabalho feito pelo decorador.

Na prática, tirando a decoração da igreja, que eu já havia escolhido antes de marcar a data do casamento, acho que até para escolher o vestido fui mais rápida do que para definir a decoração do salão. Mas, mesmo sem saber muito bem como vai ser a decoração, já tenho algumas diretrizes:

  • nada de panos e tecidos fazendo voltinhas (acho um horror);

  • não quero arranjos "monoflorais" (com um único tipo de flor) e nem monocromáticos porque acho entediante e repetitivo;

  • os arranjos das mesas também devem ser diferentes para não parecer um restaurante;

  • as mesas também vão ser diferentes para que o ambiente não fique monótono: algumas redondas, outras quadradas; algumas com toalhas e outras não;

  • mesmo correndo o risco de ser tachada de pouco criativa, as cores serão bastante tradicionais (branco e rosa) e a decoração bastante romântica, porque é assim que eu sou;

  • apesar de ser moda hoje em dia, nosso casamento não tem um tema, mas toda a decoração é inspirada num jardim, principalmente o corredor da igreja.

Não posso contar mais para não estragar a surpresa de vocês e também porque, seguindo orientações do meu decorador, devo deixar para definir exatamente como serão os arranjos e o mobiliário um pouco antes da cerimônia para aproveitar os lançamentos.

"Mas como eu sou teimosa", quero deixar as flores, o estilo dos arranjos e o projeto de ambientação bem definidos antes de assinar o contrato porque depois a gente fica refém do que assinou.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Lua-de-mel

Para onde fazer as malas na lua-de-mel: Caribe, Tahiti, Veneza, Buenos Aires, Bariloche ou Nordeste? Contrariando as expectativas iniciais, nós ficamos bastante perdidos na hora de escolher o destino da lua-de-mel. De agência em agência, de site em site, muitas opções e dúvidas passaram pelas nossas pobres cabeças. E a inocente da noiva aqui achava que essa seria a parte mais fácil e prazerosa de toda a organização do casamento. Não é à-toa que tem até uma enquete sobre isso no blog.


Todo esse drama nada teve a ver com opiniões divergentes, porque, numa coisa, eu e o No estávamos de pleno acordo: nada de roteiros lotados de atividades e lugares que "a gente tem de conhecer". Para nós, a viagem de lua-de-mel, além de inesquecível, devia ser um momento de intimidade, diversão e merecido descanso depois de toda a loucura do casamento. Só queríamos saber de sombra e água fresca, literalmente. A gente queria mesmo era ir para uma praia paradisíaca no Caribe.

Eu queria ir para Cancún e ele, para Saint Andrés. Sonhávamos em ficar hospedos em um maravilhoso resort all inclusive de frente para as águas azul-turquesa do mar caribenho. Um sonho só! E um sonho com preços que cabiam no bolso.

"O mundo caiu", pelo menos para mim, quando, pesquisando sobre Cancun na internet, descobri que novembro ainda é temporada de furacões e período de muita chuva no Caribe (encontrei very helpful information no blog "tudosobrecancun.blogspot.com"). Já fui logo imaginando: e se um furacão pega a gente por lá? Deus me livre trocar o luxo do resort por um abrigo comunitário qualquer! O doido do noivo até achou que essa poderia ser uma experiência interessante e um aventura inesquecível. Tem cabimento?

Num momento de devaneio cheguei a pensar no romântico Tahiti, um substituto muito além da altura do Caribe. Mas os preços me fizeram abortar totalmente essa idéia. Quem sabe um dia, né?

Acreditem: foi realmente complicado escolher o melhor lugar para viajarmos no começo de novembro porque, mesmo entre as zilhões de opções oferecidas pelas agências de turismo, sempre havia algum porém climático nesse período.

Cogitamos ir para Bariloche e fazer uma escala em Buenos Aires, mas achei que seria um desperdício pois, sem neve, não poderíamos esquiar. Resolvemos deixar essa viagem para um próximo inverno. O No chegou a sugerir Roma e eu já pensei em esticar até a mágica Veneza para um passeio romântico de gôndola pelos canais. Tudo muito lindo, affordable, mas um roteiro muito cheio e exaustivo para as nossas expectativas garfildianas de uma lua-de-mel.

Foi então que sugeri procurarmos um super resort no Nordeste. O No concordou na hora, mas desde que fosse um all-inclusive. Peguei o guia super prático de resorts da CVC (uma mão na roda) em uma agência e comecei a fuçar nos sites. Encontrei cada resort maravilhoso e caro no Brasil! Muitos em estilo polinésio, que acho não devem deixar nada a desejar do Tahiti.

Eu adorei dois com bangalôs e piscinas privativas: o Nannai em Porto de Galinhas (www.nannai.com.br) e o kiaroa em Maraú, na Bahia (www.kiaroa.com.br). Na agência, disseram que o Nannai andava meio mal-cuidado e que a praia do resort não era muito legal. Minha amiga e madrinha Helô, que é uma pessoa de extremo bom gosto, também não achou o Nannai aquelas coisas e reclamou do cheiro forte de madeira dos bangalôs. Contra o Kiaroa, não ouvi uma reclamação sequer. Muito pelo contrário, foi eleito o melhor resort da América Latina em 2008. Só tinha um probleminha: o preço era "polinésio"! Como o sistema desses resorts não era all-inclusive, o No também não se interessou por nenhum deles.

Para diminuir o leque de opções, ficamos só com os resorts com sistema all-inclusive (bebidas, lanches, refeições e atividades incluídas na diária) e com baixa densidade demográfica de crianças. Com o novo filtro, selecionamos 2 resorts: o Enotel em Porto de Galinhas (www.enotel.com.br/new_site) e o Venta Club Pratagy em Alagoas (www.pratagyresort.com.br). Para o No, qualquer um dos 2 estava bom, mas eu fiquei na maior dúvida porque o Enotel era mais luxuoso e o Ventaclub oferecia mais atividades, bar na praia e mordomias. A indecisão terminou quando uma agente de turismo relatou que a comida do Enotel não era lá aquelas coisas.

Diante disso, resolvemos ir para o Venta Club Pratagy! Vamos pegar uma corzinha em Alagoas...

P.S. Obrigada a todos que tentaram nos ajudar, votando na enquete!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Fotos, Fotógrafos & Cia


Além das recordações, que serão eternas enquanto nós durarmos, as fotos serão a única coisa que permanecerá por várias gerações desse dia tão especial que será o nosso casamento. Por isso, tivemos todo o cuidado na escolha do fotógrafo.

Queríamos fotos espontâneas que retratassem artisticamente a nossa alegria, a nossa emoção, o nosso nervosismo, o nosso amor e o carinho da família e dos amigos. Eu queria também lindas fotos em preto e branco, um recurso que, na minha opinião, ressalta ainda mais a beleza de um momento emocionante. Não queríamos, de jeito nenhum, um álbum com aquelas fotos artificiais, cheias de poses tradicionais, sorrisos forçados e sem nenhuma emoção.

Foi então que descobrimos o fotojornalismo, um estilo de fotografia mais despojado, artístico, com enquadramentos inesperados e que explora bastante o recurso da fotografia em preto e branco. É bem aquela foto com cara de editorial de revista, sabem como é? Para fazer fotos assim, além de ser muito bom, o fotógrafo tem de ter experiência nesse estilo e um olhar apurado.

O estilo do álbum de casamento também mudou, se modernizou, não tem mais nada daquilo de colar um foto 20x25 numa página em branco. Hoje em dia, os álbuns são no formato de uma folha panorâmica (vizualizem 2 páginas de um livro grande abertas e sem aquela emenda branca no meio) em que são colocadas várias imagens em diversos tamanhos, fazendo uma montagem de diversos momentos (close da noiva no making off, outra foto do vestido pendurado, uma foto dos sapatos ao lado das jóias e do buquê, a mãe ajudando a filha se vestir...).

Mais uma vez, fui incansável na procura: passei meses olhando sites e álbuns de fotógrafos. Quando encontrei o Namour (é dele essa foto), pensei: "é esse!" Meu cerimonialista foi logo avisando: "é um dos melhores fotógrafos da região (talvez até do Brasil) e o preço é bem salgado". Ainda assim, fomos conhecê-lo pessoalmente. Ele é uma simpatia, nos deu um super mega desconto, fiquei fã dele, mas o preço estrapolava (e muito) o orçamento pré-aprovado pelo meu pai para as fotos.

Foi então que meu cerimonialista teve a brilhante idéia de me apresentar ao Galvão (www.studiogalvao.com.br), que também está entre os TOP da minha região. Adorei o trabalho dele, a forma como ele explora o fotojornalismo, os álbuns e os brindes. Decidi: "tem de ser esse!" Só que ele já tinha outro casamento na mesma data. Choquei! Conversei com meu cerimonialista que, como num passe de mágica, conseguiu o Galvão para mim.

Só que o preço do Galvão ainda estava um pouco acima do nosso orçamento. Como eu não tinha gostado de mais nada, não ia ter outro jeito, teria de falar com os meus pais para revisar o nosso orçamento. Meu pai, todo amoroso, foi logo tratando de resolver o problema: "Filha, papai tem um cliente que é fotógrafo e que pode fazer um preço especial". Pensei: "xiiii!" Antes que eu tivesse um treco, ouvi a santa voz da minha mãe dizendo: "Benhê, essa decisão é deles! Deixe eles escolherem". Expliquei a eles o quanto ter um bom fotógrafo era importante para mim, que de tudo só as fotos ficariam. Meus pais, como sempre, foram maravilhosos, compreensivos, negociaram com o Galvão e fecharam o contrato com ele. Enfim, tudo resolvido!

"Fotos são para recordar e recordar é reviver."